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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Josué 15:1|
En vir die stam van die kinders van Juda, volgens hulle geslagte, het die lot geval: teen die grens van Edom, suidelik na die woestyn Sin toe, tot ver in die suide;
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2
|Josué 15:2|
en hulle suidelike lyn was van die end van die Soutsee, van die tong af wat na die suide toe uitsteek;
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3
|Josué 15:3|
en dit loop aan suid van Skerpioennek en loop oor na Sin en loop op suid van Kades-Barnéa en loop oor na Hesron en loop op na Addar en swaai na Karka toe;
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4
|Josué 15:4|
dan loop dit oor na Asmon en loop aan na die spruit van Egipte, sodat die lyn doodloop by die see; dit sal julle suidelike lyn wees.
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5
|Josué 15:5|
En die oostelike lyn: Die Soutsee tot by die mond van die Jordaan. En die lyn aan die noordekant: Van die tong van die see, van die mond van die Jordaan af
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6
|Josué 15:6|
loop die lyn op na Bet-Hogla en loop oor noord van Bet-Araba; dan loop die lyn op na die klip van Bohan, die seun van Ruben.
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7
|Josué 15:7|
Verder loop die lyn op na Debir, van die dal Agor af, en swaai dan noord na Gilgal wat teenoor die hoogte van Adúmmim, suidelik van die spruit lê; dan loop die lyn oor na die waters van die fontein Semes, sodat dit doodloop by die fontein Rogel.
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8
|Josué 15:8|
Verder loop die lyn op na die dal Ben-Hinnom, na die suidelike hang van die Jebusiete, dit is Jerusalem; dan loop die lyn op na die top van die gebergte wat westelik voor die dal Hinnom lê, wat aan die noordelike einde van die dal Refaim is.
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9
|Josué 15:9|
Van die top van die berg af buig die lyn dan om na die fontein van die waters van Neftóag en loop aan na die stede van die gebergte Efron; verder buig die lyn om na Báäla, dit is Kirjat-Jeárim.
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10
|Josué 15:10|
Dan swaai die lyn van Báäla af weg in westelike rigting na die gebergte Seïr en loop oor na die noordelike hang van die berg Jeárim, dit is Késalon, en loop af na Bet-Semes en loop oor na Timna.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva