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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Josué 20:1|
En die HERE het met Josua gespreek en gesê:
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2
|Josué 20:2|
Spreek met die kinders van Israel en sê: Wys die vrystede vir julle aan waarvan Ek deur die diens van Moses met julle gespreek het,
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3
|Josué 20:3|
dat hy wat 'n doodslag begaan het--wat per ongeluk, sonder opset, 'n mens doodgeslaan het, daarheen kan vlug, sodat dié vir julle kan dien as toevlugsoord vanweë die bloedwreker.
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4
|Josué 20:4|
As hy dan na een van hierdie stede toe vlug en gaan staan by die ingang van die stadspoort en sy saak voor die ore van die oudstes van daardie stad meedeel, moet hulle hom by hulle in die stad opneem en aan hom plek gee, dat hy by hulle kan woon;
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5
|Josué 20:5|
en as die bloedwreker hom agternajaag, mag hulle hom wat die doodslag begaan het, nie aan hom uitlewer nie, omdat hy sy naaste sonder opset doodgeslaan het, sonder dat hy hom gister en eergister vyandig was;
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6
|Josué 20:6|
en hy moet in daardie stad bly totdat hy voor die vergadering tereggestaan het, tot op die dood van die hoëpriester wat in dié dae daar sal wees; dan mag hy wat die doodslag begaan het, weer na sy stad en sy huis terugkeer, na die stad waar hy vandaan gevlug het.
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7
|Josué 20:7|
Daarop het hulle geheilig: Kedes in Galiléa, op die gebergte van Náftali, en Sigem op die gebergte van Efraim, en Kirjat-Arba, dit is Hebron, op die gebergte van Juda;
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8
|Josué 20:8|
en oorkant die Jordaan, oos van Jérigo, het hulle afgestaan: Beser in die woestyn op die gelykveld, uit die stam van Ruben, en Ramot in Gílead, uit die stam van Gad, en Golan in Basan uit die stam van Manasse.
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9
|Josué 20:9|
Dit is die stede wat bepaal was vir al die kinders van Israel en vir die vreemdeling wat onder hulle vertoef; sodat elkeen wat per ongeluk 'n mens doodgeslaan het, daarheen sou kan vlug en nie hoef te sterf deur die hand van die bloedwreker voordat hy voor die vergadering gestaan het nie.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva