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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Josué 17:1|
Verder was dít die lot vir die stam van Manasse, omdat hy die eersgeborene van Josef was: Magir, die eersgeborene van Manasse, die vader van Gílead, het, omdat hy 'n krygsman was, Gílead en Basan ontvang;
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2
|Josué 17:2|
ook die ander kinders van Manasse, volgens hulle geslagte, het 'n aandeel ontvang: die kinders van Abiëser en die kinders van Helek en die kinders van Asriël en die kinders van Segem en die kinders van Hefer en die kinders van Semída; dit is die manlike kinders van Manasse, die seun van Josef, volgens hulle geslagte.
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3
|Josué 17:3|
Maar Selófhad, die seun van Hefer, die seun van Gílead, die seun van Magir, die seun van Manasse, het nie seuns gehad nie, maar net dogters; en dit is die name van sy dogters: Magla en Noa, Hogla, Milka en Tirsa;
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4
|Josué 17:4|
en hulle het nader gekom voor Eleásar, die priester, en voor Josua, die seun van Nun, en voor die owerstes, en gesê: Die HERE het Moses beveel om ons 'n erfdeel te gee onder ons broers. Daarop het hy hulle 'n erfdeel gegee, volgens die bevel van die HERE, onder die broers van hulle vader.
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5
|Josué 17:5|
So het dan aan Manasse tien aandele geval, behalwe die land Gílead en Basan wat oorkant die Jordaan lê.
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6
|Josué 17:6|
Want die dogters van Manasse het 'n erfdeel ontvang onder sy seuns, terwyl die land Gílead aan die ander kinders van Manasse behoort het.
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7
|Josué 17:7|
En die lyn van Manasse was: van Aser af na Mígmetat, teenoor Sigem; dan loop die lyn regs na die inwoners van En-Tappúag--
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8
|Josué 17:8|
die landstreek van Tappúag het behoort aan Manasse, maar Tappúag, aan die grens van Manasse, aan die kinders van Efraim--;
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9
|Josué 17:9|
verder loop die lyn af na die spruit Kana, suid van die spruit: daardie stede, onder die stede van Manasse, behoort aan Efraim; en die lyn van Manasse is noord van die spruit en loop dood by die see.
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10
|Josué 17:10|
Suid behoort dit aan Efraim, maar noord aan Manasse; en die see is sy lyn; dan raak hulle in die noorde aan Aser en in die ooste aan Issaskar.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva