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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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11
|Lucas 21:11|
En daar sal groot aardbewings op verskillende plekke wees en hongersnode en pessiektes; en daar sal verskriklike dinge en groot tekens van die hemel kom.
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12
|Lucas 21:12|
Maar voor al hierdie dinge sal hulle die hande aan julle slaan en julle vervolg en oorlewer in sinagoges en gevangenisse en julle voor konings en goewerneurs bring ter wille van my Naam.
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13
|Lucas 21:13|
En dit sal vir julle uitloop op 'n getuienis.
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14
|Lucas 21:14|
Neem julle dan in jul harte voor om nie vooraf oor julle verdediging te dink nie.
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15
|Lucas 21:15|
Want Ek sal aan julle woorde en wysheid gee wat al julle teëstanders nie sal kan teëspreek of weerstaan nie.
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16
|Lucas 21:16|
Maar julle sal oorgelewer word ook deur ouers en broers en bloedverwante en vriende, en hulle sal van julle doodmaak.
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17
|Lucas 21:17|
En julle sal gehaat wees deur almal ter wille van my Naam.
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18
|Lucas 21:18|
En geen haar van julle hoof sal ooit verlore gaan nie.
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19
|Lucas 21:19|
Deur julle volharding moet julle jul lewe in besit kry.
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20
|Lucas 21:20|
En wanneer julle Jerusalem deur leërs omsingeld sien, dan moet julle weet dat sy verwoesting naby is.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva