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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Lucas 24:1|
En baie vroeg in die môre, op die eerste dag van die week, het hulle en ander saam met hulle by die graf gekom en die speserye gebring wat deur hulle toeberei was.
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2
|Lucas 24:2|
En hulle het die steen van die graf afgerol gevind.
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3
|Lucas 24:3|
En toe hulle ingaan, het hulle nie die liggaam van die Here Jesus gekry nie.
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4
|Lucas 24:4|
En terwyl hulle hieroor in verleentheid was, staan daar twee manne by hulle in blink klere.
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5
|Lucas 24:5|
En toe hulle baie bevrees word en met hulle aangesigte na die aarde buig, sê die manne vir hulle: Waarom soek julle die Lewende by die dooies?
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6
|Lucas 24:6|
Hy is nie hier nie, maar Hy het opgestaan. Onthou hoe Hy vir julle gesê het toe Hy nog in Galiléa was:
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7
|Lucas 24:7|
Die Seun van die mens moet oorgelewer word in die hande van sondige mense en gekruisig word en op die derde dag opstaan.
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8
|Lucas 24:8|
En hulle het sy woorde onthou.
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9
|Lucas 24:9|
Hulle gaan toe terug van die graf en vertel dit alles aan die elf en aan al die ander.
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10
|Lucas 24:10|
En dit was Maria Magdaléna en Johanna en Maria, die moeder van Jakobus, en die ander vroue saam met hulle wat dit aan die apostels vertel het.
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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva