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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|2 Crônicas 13:1|
In the eighteenth year of king Jeroboam began Abijah to reign over Judah.
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2
|2 Crônicas 13:2|
Three years reigned he in Jerusalem: and his mother's name was Micaiah the daughter of Uriel of Gibeah. And there was war between Abijah and Jeroboam.
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3
|2 Crônicas 13:3|
And Abijah joined battle with an army of valiant men of war, even four hundred thousand chosen men: and Jeroboam set the battle in array against him with eight hundred thousand chosen men, who were mighty men of valor.
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4
|2 Crônicas 13:4|
And Abijah stood up upon mount Zemaraim, which is in the hill-country of Ephraim, and said, Hear me, O Jeroboam and all Israel:
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5
|2 Crônicas 13:5|
Ought ye not to know that Jehovah, the God of Israel, gave the kingdom over Israel to David for ever, even to him and to his sons by a covenant of salt?
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6
|2 Crônicas 13:6|
Yet Jeroboam the son of Nebat, the servant of Solomon the son of David, rose up, and rebelled against his lord.
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7
|2 Crônicas 13:7|
And there were gathered unto him worthless men, base fellows, that strengthened themselves against Rehoboam the son of Solomon, when Rehoboam was young and tender-hearted, and could not withstand them.
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8
|2 Crônicas 13:8|
And now ye think to withstand the kingdom of Jehovah in the hand of the sons of David; and ye are a great multitude, and there are with you the golden calves which Jeroboam made you for gods.
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9
|2 Crônicas 13:9|
Have ye not driven out the priests of Jehovah, the sons of Aaron, and the Levites, and made you priests after the manner of the peoples of [other] lands? so that whosoever cometh to consecrate himself with a young bullock and seven rams, the same may be a priest of [them that are] no gods.
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10
|2 Crônicas 13:10|
But as for us, Jehovah is our God, and we have not forsaken him; and [we have] priests ministering unto Jehovah, the sons of Aaron, and the Levites in their work:
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva