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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|2 Crônicas 14:1|
So Abijah slept with his fathers, and they buried him in the city of David; and Asa his son reigned in his stead. In his days the land was quiet ten years.
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2
|2 Crônicas 14:2|
And Asa did that which was good and right in the eyes of Jehovah his God:
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3
|2 Crônicas 14:3|
for he took away the foreign altars, and the high places, and brake down the pillars, and hewed down the Asherim,
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4
|2 Crônicas 14:4|
and commanded Judah to seek Jehovah, the God of their fathers, and to do the law and the commandment.
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5
|2 Crônicas 14:5|
Also he took away out of all the cities of Judah the high places and the sun-images: and the kingdom was quiet before him.
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6
|2 Crônicas 14:6|
And he built fortified cities in Judah; for the land was quiet, and he had no war in those years, because Jehovah had given him rest.
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7
|2 Crônicas 14:7|
For he said unto Judah, Let us build these cities, and make about them walls, and towers, gates, and bars; the land is yet before us, because we have sought Jehovah our God; we have sought him, and he hath given us rest on every side. So they built and prospered.
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8
|2 Crônicas 14:8|
And Asa had an army that bare bucklers and spears, out of Judah three hundred thousand; and out of Benjamin, that bare shields and drew bows, two hundred and fourscore thousand: all these were mighty men of valor.
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9
|2 Crônicas 14:9|
And there came out against them Zerah the Ethiopian with an army of a thousand thousand, and three hundred chariots; and he came unto Mareshah.
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10
|2 Crônicas 14:10|
Then Asa went out to meet him, and they set the battle in array in the valley of Zephathah at Mareshah.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva