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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|2 Crônicas 12:1|
And it came to pass, when the kingdom of Rehoboam was established, and he was strong, that he forsook the law of Jehovah, and all Israel with him.
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2
|2 Crônicas 12:2|
And it came to pass in the fifth year of king Rehoboam, that Shishak king of Egypt came up against Jerusalem, because they had trespassed against Jehovah,
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3
|2 Crônicas 12:3|
with twelve hundred chariots, and threescore thousand horsemen. And the people were without number that came with him out of Egypt: the Lubim, the Sukkiim, and the Ethiopians.
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4
|2 Crônicas 12:4|
And he took the fortified cities which pertained to Judah, and came unto Jerusalem.
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5
|2 Crônicas 12:5|
Now Shemaiah the prophet came to Rehoboam, and to the princes of Judah, that were gathered together to Jerusalem because of Shishak, and said unto them, Thus saith Jehovah, Ye have forsaken me, therefore have I also left you in the hand of Shishak.
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6
|2 Crônicas 12:6|
Then the princes of Israel and the king humbled themselves; and they said, Jehovah is righteous.
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7
|2 Crônicas 12:7|
And when Jehovah saw that they humbled themselves, the word of Jehovah came to Shemaiah, saying, They have humbled themselves: I will not destroy them; but I will grant them some deliverance, and my wrath shall not be poured out upon Jerusalem by the hand of Shishak.
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8
|2 Crônicas 12:8|
Nevertheless they shall be his servants, that they may know my service, and the service of the kingdoms of the countries.
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9
|2 Crônicas 12:9|
So Shishak king of Egypt came up against Jerusalem, and took away the treasures of the house of Jehovah, and the treasures of the king's house: he took all away: he took away also the shields of gold which Solomon had made.
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10
|2 Crônicas 12:10|
And king Rehoboam made in their stead shields of brass, and committed them to the hands of the captains of the guard, that kept the door of the king's house.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva