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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|2 Crônicas 20:1|
And it came to pass after this, that the children of Moab, and the children of Ammon, and with them some of the Ammonites, came against Jehoshaphat to battle.
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2
|2 Crônicas 20:2|
Then there came some that told Jehoshaphat, saying, There cometh a great multitude against thee from beyond the sea from Syria; and, behold, they are in Hazazon-tamar (the same is En-gedi).
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3
|2 Crônicas 20:3|
And Jehoshaphat feared, and set himself to seek unto Jehovah; and he proclaimed a fast throughout all Judah.
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4
|2 Crônicas 20:4|
And Judah gathered themselves together, to seek [help] of Jehovah: even out of all the cities of Judah they came to seek Jehovah.
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5
|2 Crônicas 20:5|
And Jehoshaphat stood in the assembly of Judah and Jerusalem, in the house of Jehovah, before the new court;
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6
|2 Crônicas 20:6|
and he said, O Jehovah, the God of our fathers, art not thou God in heaven? and art not thou ruler over all the kingdoms of the nations? and in thy hand is power and might, so that none is able to withstand thee.
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7
|2 Crônicas 20:7|
Didst not thou, O our God, drive out the inhabitants of this land before thy people Israel, and give it to the seed of Abraham thy friend for ever?
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8
|2 Crônicas 20:8|
And they dwelt therein, and have built thee a sanctuary therein for thy name, saying,
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9
|2 Crônicas 20:9|
If evil come upon us, the sword, judgment, or pestilence, or famine, we will stand before this house, and before thee, (for thy name is in this house,) and cry unto thee in our affliction, and thou wilt hear and save.
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10
|2 Crônicas 20:10|
And now, behold, the children of Ammon and Moab and mount Seir, whom thou wouldest not let Israel invade, when they came out of the land of Egypt, but they turned aside from them, and destroyed them not;
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva