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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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|Ezequiel 42:3|
over against the twenty [cubits] that pertained to the inner court, and over against the pavement that pertained to the outer court; there was gallery against gallery in the third [story];
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|Ezequiel 42:4|
and before the cells was a walk of ten cubits in breadth, [and] a way of a hundred cubits inward; and their entries were toward the north.
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|Ezequiel 42:5|
And the upper cells, because the galleries encroached on them, were shorter than the lower, and than the middle-most of the building.
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|Ezequiel 42:6|
For they were in three [stories], but had not pillars as the pillars of the courts; therefore [the third story] was straitened more than the lowest and the middle-most from the ground.
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7
|Ezequiel 42:7|
And the wall that was without, answering to the cells, toward the outer court in the front of the cells, its length was fifty cubits:
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|Ezequiel 42:8|
for the length of the cells that were against the outer court was fifty cubits; but behold, before the temple it was a hundred cubits.
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9
|Ezequiel 42:9|
And under these cells was the entry from the east, as one goeth into them from the outer court.
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|Ezequiel 42:10|
In the breadth of the wall of the court toward the south, before the separate place, and before the building, were cells;
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|Ezequiel 42:11|
and a passage before them, like the appearance of the cells that were toward the north, according to their length, according to their breadth and all their goings out, and according to their fashions, and according to their doors.
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12
|Ezequiel 42:12|
And according to the doors of the cells that were toward the south there was a door at the head of the way, the way directly before the corresponding wall toward the east as one entereth into them.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva