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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Daniel 3:1|
Konung Nebukadnessar lät göra en gyllene bildstod, sextio alnar hög och sex alnar bred; den lät han ställa upp på Duraslätten i Babels hövdingdöme.
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2
|Daniel 3:2|
Och konung Nebukadnessar sände åstad och lät församla satraper, landshövdingar och ståthållare, fogdar, skattmästare, domare, lagtolkare och alla andra makthavande i hövdingdömena, för att de skulle komma till invigningen av den bildstod som konung Nebukadnessar hade låtit ställa upp.
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3
|Daniel 3:3|
Då församlade sig satraperna, landshövdingarna och ståthållarna, fogdarna, skattmästarna, domarna, lagtolkarna och alla andra makthavande i hövdingdömena till invigningen av den bildstod som konung Nebukadnessar hade låtit ställa upp och när de så stodo framför den bildstod som Nebukadnessar hade låtit ställa upp,
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4
|Daniel 3:4|
utropade en härold med hög röst: »Detta vare eder befallt, I folk och stammar och tungomål:
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5
|Daniel 3:5|
När I hören ljudet av horn, pipor, cittror, sambukor, psaltare, säckpipor och allahanda andra instrumenter, skolen I falla ned och tillbedja den gyllene bildstod som konung Nebukadnessar har låtit ställa upp.
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6
|Daniel 3:6|
Men den som icke faller ned och tillbeder, han skall i samma stund kastas i den brinnande ugnen.»
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7
|Daniel 3:7|
Så snart nu allt folket hörde ljudet av horn, pipor, cittror, sambukor, psaltare och allahanda andra instrumenter, föllo de alltså ned, alla folk och stammar och tungomål, och tillbådo den gyllene bildstod som konung Nebukadnessar hade låtit ställa upp.
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8
|Daniel 3:8|
Men strax därefter kommo några kaldeiska män fram och anklagade judarna.
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9
|Daniel 3:9|
De togo till orda och sade till konung Nebukadnessar: Må du leva evinnerligen, o konung!
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10
|Daniel 3:10|
Du, o konung, har givit befallning att alla människor, när de hörde ljudet av horn, pipor, cittror, sambukor, psaltare, säckpipor och allahanda andra instrumenter, skulle falla ned och tillbedja den gyllene bildstoden,
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva