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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Daniel 3:1|
Konung Nebukadnessar lät göra en gyllene bildstod, sextio alnar hög och sex alnar bred; den lät han ställa upp på Duraslätten i Babels hövdingdöme.
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|Daniel 3:2|
Och konung Nebukadnessar sände åstad och lät församla satraper, landshövdingar och ståthållare, fogdar, skattmästare, domare, lagtolkare och alla andra makthavande i hövdingdömena, för att de skulle komma till invigningen av den bildstod som konung Nebukadnessar hade låtit ställa upp.
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3
|Daniel 3:3|
Då församlade sig satraperna, landshövdingarna och ståthållarna, fogdarna, skattmästarna, domarna, lagtolkarna och alla andra makthavande i hövdingdömena till invigningen av den bildstod som konung Nebukadnessar hade låtit ställa upp och när de så stodo framför den bildstod som Nebukadnessar hade låtit ställa upp,
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4
|Daniel 3:4|
utropade en härold med hög röst: »Detta vare eder befallt, I folk och stammar och tungomål:
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5
|Daniel 3:5|
När I hören ljudet av horn, pipor, cittror, sambukor, psaltare, säckpipor och allahanda andra instrumenter, skolen I falla ned och tillbedja den gyllene bildstod som konung Nebukadnessar har låtit ställa upp.
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6
|Daniel 3:6|
Men den som icke faller ned och tillbeder, han skall i samma stund kastas i den brinnande ugnen.»
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7
|Daniel 3:7|
Så snart nu allt folket hörde ljudet av horn, pipor, cittror, sambukor, psaltare och allahanda andra instrumenter, föllo de alltså ned, alla folk och stammar och tungomål, och tillbådo den gyllene bildstod som konung Nebukadnessar hade låtit ställa upp.
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8
|Daniel 3:8|
Men strax därefter kommo några kaldeiska män fram och anklagade judarna.
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9
|Daniel 3:9|
De togo till orda och sade till konung Nebukadnessar: Må du leva evinnerligen, o konung!
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10
|Daniel 3:10|
Du, o konung, har givit befallning att alla människor, när de hörde ljudet av horn, pipor, cittror, sambukor, psaltare, säckpipor och allahanda andra instrumenter, skulle falla ned och tillbedja den gyllene bildstoden,
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva