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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|Levítico 1:1|
La Eternulo vokis Moseon, kaj ekparolis al li el la tabernaklo de kunveno, dirante:
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2
|Levítico 1:2|
Parolu al la Izraelidoj, kaj diru al ili:Se iu el vi volas alporti oferon al la Eternulo, el la brutoj, el la bovoj, kaj el la sxafoj alportu vian oferon.
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3
|Levítico 1:3|
Se lia ofero estas brulofero el bovoj, li oferu virseksulon sendifektan; al la pordo de la tabernaklo de kunveno li alkonduku gxin, por favorigi al si la Eternulon.
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4
|Levítico 1:4|
Kaj li metu sian manon sur la kapon de la brulofero, kaj li akiros favoron kaj pekpardonon.
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5
|Levítico 1:5|
Kaj li bucxu la bovidon antaux la Eternulo; kaj la filoj de Aaron, la pastroj, alportu la sangon kaj aspergu per la sango cxirkauxe la altaron, kiu estas cxe la pordo de la tabernaklo de kunveno.
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6
|Levítico 1:6|
Kaj oni senfeligu la bruloferon kaj dishaku gxin en pecojn.
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7
|Levítico 1:7|
Kaj la filoj de la pastro Aaron metu fajron sur la altaron kaj metu lignon sur la fajron.
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8
|Levítico 1:8|
Kaj la filoj de Aaron, la pastroj, metu la pecojn, la kapon, kaj la grason, sur la lignon, kiu estas sur la fajro sur la altaro.
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9
|Levítico 1:9|
Kaj la internajxon kaj la krurojn oni lavu per akvo; kaj la pastro forbruligu cxion sur la altaro kiel bruloferon; gxi estas fajrofero, agrabla odorajxo al la Eternulo.
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10
|Levítico 1:10|
Kaj se lia ofero estas el la malgrandaj brutoj, el la sxafoj aux el la kaproj, brulofero, li alportu gxin virseksan, sendifektan.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva