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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|Levítico 16:1|
Kaj la Eternulo ekparolis al Moseo post la morto de la du filoj de Aaron, kiam ili venis antaux la Eternulon kaj mortis.
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2
|Levítico 16:2|
Kaj la Eternulo diris al Moseo:Diru al via frato Aaron, ke li ne en cxiu tempo eniru en la sanktejon malantaux la kurtenon, antaux la fermoplaton, kiu estas sur la kesto, por ke li ne mortu; cxar en nubo Mi aperados super la fermoplato.
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3
|Levítico 16:3|
Kun jeno Aaron venadu en la sanktejon:kun bovido por pekofero kaj kun virsxafo por brulofero.
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4
|Levítico 16:4|
Sanktan linan hxitonon li surmetu sur sin, kaj linaj pantalonoj estu sur lia korpo, kaj per lina zono li zonu sin, kaj linan cidaron li havu sur la kapo:tio estas sanktaj vestoj. Kaj li banu en akvo sian korpon kaj surmetu ilin sur sin.
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5
|Levítico 16:5|
Kaj de la komunumo de la Izraelidoj li prenu du kaprojn por pekofero kaj unu virsxafon por brulofero.
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6
|Levítico 16:6|
Kaj Aaron alportos sian bovidon de pekofero, kaj pekliberigos sin kaj sian domon.
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7
|Levítico 16:7|
Kaj li prenos la du kaprojn, kaj starigos ilin antaux la Eternulo, cxe la pordo de la tabernaklo de kunveno.
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8
|Levítico 16:8|
Kaj Aaron faros lotojn pri la du kaproj:unu loton por la Eternulo kaj la duan loton por Azazel.
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9
|Levítico 16:9|
Kaj Aaron alportos la kapron, sur kiun falis la loto por la Eternulo, kaj li oferfaros gxin kiel pekoferon.
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10
|Levítico 16:10|
Kaj la kapron, sur kiun falis la loto por Azazel, li starigu vivan antaux la Eternulo, por fari super gxi pekliberigon kaj forsendi gxin al Azazel en la dezerton.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva