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Maori -
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|2 Timóteo 2:3|
Tukua atu nga mamae ki a koe, kia rite ki te hoia pai a Ihu Karaiti.
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4
|2 Timóteo 2:4|
Ki te whakahoia tetahi tangata, e kore ia e whakararurarutia e nga mea o te ao; kia ahuareka ai ki a ia te kaiwhakatu i a ia hei hoia.
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5
|2 Timóteo 2:5|
Ki te whakataetae ano tetahi e kore ia e karaunatia, ki te kore e rite ki te tikanga tana whakataetae.
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6
|2 Timóteo 2:6|
Ko te tikanga tenei, ko te kaingaki e mahi ana kia kai wawe i nga hua.
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7
|2 Timóteo 2:7|
Whakaaroa aku e korero nei; a ma te Ariki e homai ki a koe he ngakau mahara i nga mea katoa.
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8
|2 Timóteo 2:8|
¶ Kia mahara ki a Ihu Karaiti, i whakaarahia nei i te hunga mate, he uri no Rawiri, e ai ki taku rongopai:
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9
|2 Timóteo 2:9|
Ko te mea ano ia i pangia ai ahau e nga mamae, a hereherea noatia iho, ano he tangata mahi kino; otira e kore ta te Atua kupu e herea.
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10
|2 Timóteo 2:10|
Koia hoki ahau i whakaririka kau ai ki nga mea katoa he mea mo te hunga whiriwhiri; kia whiwhi ai ratou ki te ora i roto i a Karaiti Ihu, ki te kororia mutungakore ano hoki.
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11
|2 Timóteo 2:11|
E pono ana hoki te korero, Ki te mate tahi tatou me ia, ka ora tahi ano hoki tatou me ia.
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12
|2 Timóteo 2:12|
Ki te manawanui tatou, ka whakakingitia ngatahitia tatou me ia: ki te whakakahore tatou, ka whakakahoretia hoki tatou e ia:
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva