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Maori -
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11
|2 Tessalonicenses 1:11|
¶ Koia nei matou ka inoi tonu nei mo koutou, kia meinga koutou e to tatou Atua he tau mo tenei karangatanga, kia whakaotia ano hoki e ia i runga i te kaha nga mea katoa i ahuareka ai tona pai, me te mahi ano hoki o te whakapono,
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12
|2 Tessalonicenses 1:12|
Kia whakakororiatia ai te ingoa o to tatou Ariki, o Ihu Karaiti, i roto i a koutou, me koutou hoki i roto i a ia, kia rite ai ki ta te aroha noa o to tatou Atua, o te Ariki hoki, o Ihu Karaiti.
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1
|2 Tessalonicenses 2:1|
¶ Na, he mea tenei na matou ki a koutou, e oku teina, mo te taenga mai o to tatou Ariki, o Ihu Karaiti, mo to tatou huihuinga atu ano ki a ia;
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2
|2 Tessalonicenses 2:2|
Kei hohoro te rurea o o koutou hinengaro, kei ohorere ranei i ta te wairua, i ta te kupu, i ta te pukapuka ranei e kiia ana na matou, e mea ana kua tae tonu mai inaianei te ra o te Ariki.
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3
|2 Tessalonicenses 2:3|
¶ Kei tinihangatia koutou i tetahi mea e te tangata: e kore hoki e tae wawe mai, kia matua tae mai te takanga atu, kia whakakitea mai ano hoki te tangata o te hara, te tama a te whakangaro:
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4
|2 Tessalonicenses 2:4|
He hoariri nei ia, e whakakake ana i a ia ki runga ake i nga mea katoa e kiia ana he Atua, e karakiatia ana; kia noho ai ia i te whare tapu o te Atua, kia whakaatu ai i a ia ko ia te Atua.
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5
|2 Tessalonicenses 2:5|
Kahore ranei koutou e mahara i ahau ano i a koutou, i korerotia e ahau enei mea ki a koutou?
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6
|2 Tessalonicenses 2:6|
Na ka matau koutou inaianei ki te mea e arai ana, kia whakakitea mai ra ano ia a tona taima.
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7
|2 Tessalonicenses 2:7|
No te mea kei te mahi inaianei te mea huna o te kino, otira tera tetahi kei te arai inaianei, kia whakawateatia rawatia ano ia.
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8
|2 Tessalonicenses 2:8|
Ko reira whakakitea mai ai taua tangata kino, e whakangaromia e te Ariki ki te ha o tona mangai, e whakakahoretia ki te putanga nui o tona taenga mai;
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva