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Maori -
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6
|Ageu 2:6|
No te mea ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Kia kotahi ake ano, he wahi iti nei, a ka whakangaueuetia e ahau te rangi me te whenua, te moana me te wahi maroke.
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7
|Ageu 2:7|
A ka whakangaueuetia e ahau nga iwi katoa. Na ka haere mai nga mea ahuareka o nga iwi katoa; a ka whakakiia e ahau tenei whare ki te kororia, e ai ta Ihowa o nga mano.
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8
|Ageu 2:8|
Naku te hiriwa, naku hoki te koura, e ai ta Ihowa o nga mano.
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9
|Ageu 2:9|
Tera te kororia o tenei whare o muri nei ka nui atu i to tera i mua, e ai ta Ihowa o nga mano: ka hoatu ano e ahau te rongo mau i tenei wahi, e ai ta Ihowa o nga mano.
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10
|Ageu 2:10|
¶ I te rua tekau ma wha o nga ra o te iwa o nga marama, i te rua o nga tau o Tariuha, ka puta mai te kupu a Ihowa, he mea na Hakai poropiti, i mea ia,
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11
|Ageu 2:11|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tena ra uia te ture ki nga tohunga, mea atu,
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12
|Ageu 2:12|
Ki te maua e tetahi tangata he kikokiko tapu i te pito o tona kakahu, a ka pa taua pito ona ki tetahi taro, ki tetahi mea ranei e kohuatia ana, ki te waina, ki te hinu, ki tetahi kai ranei, a tapu ranei? Na ka whakahoki nga tohunga ka mea, Kahor e.
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13
|Ageu 2:13|
Ano ra ko Hakai, Ki te pa te tangata i poke i te tupapaku ki tetahi o enei, e poke ranei? Na ka whakahoki nga tohunga, ka mea, E poke ano.
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14
|Ageu 2:14|
Na ka oho a Hakai, ka mea, He pena ano enei tangata, he pena ano te iwi i toku aroaro nei, e ai ta Ihowa, he pena ano nga mahi katoa a o ratou ringa; ko nga mea katoa e whakaherea ana e ratou ki reira, he poke.
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15
|Ageu 2:15|
Na, tena ra, whakaaroa aianei i tenei ra, i era atu hoki, i te mea kahore ano i takoto tetahi kohatu ki runga ki tetahi kohatu i te temepara o Ihowa:
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva