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Maori -
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11
|Filemom 1:11|
I mua, kahore tetahi mea pai ana ki a koe; inaianei ia, kua whai pai koe i a ia, ahau ano hoki.
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12
|Filemom 1:12|
Kua whakahokia atu nei ia e ahau, tona tinana tonu, ko toku manawa ake ia.
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13
|Filemom 1:13|
I mea ano ahau kia puritia ia ki ahau, hei whakakapi mou ki te mahi ki ahau i roto i nga mekameka o te rongopai:
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14
|Filemom 1:14|
Otira kahore nei tau kupu, kihai ahau i pai kia meatia tetahi mea; kei riro whakauaua mai tou pai; engari i roto ano i te ngakau.
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15
|Filemom 1:15|
Ko te mea ano pea tenei i motuhia mai ai ia i a koe mo tetahi wa, kia mau pu ai ia i a koe ake ake;
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16
|Filemom 1:16|
Ehara i te mea hei pononga ia i enei wa, engari tera atu i te pononga, he teina i nui rawa ai toku aroha, tera ia e nui rawa atu tou, i te kikokiko, i te Ariki ano hoki.
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17
|Filemom 1:17|
Na, ki te mea kua waiho ahau hei hoa mou, manako mai ki a ia me te mea ko ahau.
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18
|Filemom 1:18|
Ki te mea ia kua he ia ki tetahi mea au, kei a ia ranei tetahi mea au, waiho mai maku tena e whakaaro;
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19
|Filemom 1:19|
He tuhituhi tenei naku, na Paora, na toku ringaringa ake, maku e whakautu; na kahore aku meatanga atu ki a koe, tera ano taku taonga kei a koe, ko koe ano.
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20
|Filemom 1:20|
Ae ra, e toku teina, kia whai pai ahau i a koe i roto i te Ariki: kia ora toku ngakau i roto i te Ariki.
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Sugestões

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21 de março LAB 446
PENSANDO BEM...
Juízes 20-21
Laurence Richards, em seu livro The Teacher’s Coments, chamou-me a atenção para algo que eu nunca tinha pensado em relação ao livro de Juízes e a nossa sociedade moderna. Se você observar na sua Bíblia, ao terminar de ler esse livro, vai deparar-se com a frase: “Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.” Na realidade, essa frase repete-se várias vezes em Juízes. Ela deve nos levar a pensar sobre tudo o que possa existir na nossa conduta que não esteja alinhado com a vida que Deus descreve na Sua Lei. Este é o ponto.
Pense bem: nos dias atuais, os tribunais têm a tendência de definir o que é obsceno usando como critérios o que seriam chamados de “padrões da sociedade”. Ou seja, o que as pessoas de uma comunidade considerarem obscenidade será obscenidade, e o que considerarem não-obsceno não será obsceno. E, desafortunadamente, isso é óbvio. Mas minha pergunta é: O que você acha desse critério?
Será que a frase “Naquela época... cada um fazia o que lhe parecia certo” e esse sistema moderno de estabelecer a “justiça” têm algo em comum? É claro que tem tudo a ver. Obviamente também estamos errados. A(s) nossa(s) comunidade(s) deveria(m) estabelecer como definições legais os conceitos morais e não as ações de crime. Mas parece quase impossível, pois como isso seria feito, se existe tanto desacordo sobre o que vem a ser “certo” e o que vem a ser “errado”? O pós-modernismo, o pluralismo e o amor pelo “politicamente correto” nos fizeram, como sociedade, afocinharmos nessa fossa insegura.
“E agora?” É a mesma pergunta que poderia ser feita e ser respondida no período dos Juízes. Temos a Bíblia, eles tinham o Pentateuco e a história de Josué. A própria Palavra de Deus, através de Josué e de Moisés, já tinha advertido aquele povo que a desobediência também traz consigo a semeadura da autodestruição. O contexto daquela sociedade do fim do livro de Juízes mostra esse conceito de uma maneira muito clara. A única variação é que o deteriorar das coisas, às vezes, é um processo longo ou um processo curto, mas é um processo que acontece. Pode demorar porque em determinadas situações, o fruto mortal e amargo talvez demore algumas gerações para ficar maduro. Mas o “Assim Diz o Senhor” é certo. A mortandade que um dia foi anunciada vai chegar. O que Deus fala, de forma muito inconfundível e irredutível, é a expressão dos princípios nos quais precisamos nos basear para sermos bem conduzidos nesta vida.
E os princípios você já sabe como pode encontrar: fazendo a leitura bíblica diária.
Valdeci Júnior
Fátima Silva