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New International Version -
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1
|Amós 5:1|
Hear this word, O house of Israel, this lament I take up concerning you:
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2
|Amós 5:2|
“Fallen is Virgin Israel, never to rise again, deserted in her own land, with no-one to lift her up.”
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3
|Amós 5:3|
This is what the Sovereign LORD says: “The city that marches out a thousand strong for Israel will have only a hundred left; the town that marches out a hundred strong will have only ten left.”
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4
|Amós 5:4|
This is what the LORD says to the house of Israel: “Seek me and live;
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5
|Amós 5:5|
do not seek Bethel, do not go to Gilgal, do not journey to Beersheba. For Gilgal will surely go into exile, and Bethel will be reduced to nothing.” [Or grief; or wickedness; Hebrew aven, a reference to Beth Aven (a derogatory name for Bethel)]
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6
|Amós 5:6|
Seek the LORD and live, or he will sweep through the house of Joseph like a fire; it will devour, and Bethel will have noone to quench it.
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7
|Amós 5:7|
You who turn justice into bitterness and cast righteousness to the ground
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8
|Amós 5:8|
(he who made the Pleiades and Orion, who turns blackness into dawn and darkens day into night, who calls for the waters of the sea and pours them out over the face of the land — the LORD is his name —
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9
|Amós 5:9|
he flashes destruction on the stronghold and brings the fortified city to ruin),
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10
|Amós 5:10|
you hate the one who reproves in court and despise him who tells the truth.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva