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New International Version -
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1
|Amós 7:1|
This is what the Sovereign LORD showed me: He was preparing swarms of locusts after the king’s share had been harvested and just as the second crop was coming up.
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2
|Amós 7:2|
When they had stripped the land clean, I cried out, “Sovereign LORD, forgive! How can Jacob survive? He is so small!”
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3
|Amós 7:3|
So the LORD relented. “This will not happen,” the LORD said.
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4
|Amós 7:4|
This is what the Sovereign LORD showed me: The Sovereign LORD was calling for judgment by fire; it dried up the great deep and devoured the land.
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5
|Amós 7:5|
Then I cried out, “Sovereign LORD, I beg you, stop! How can Jacob survive? He is so small!”
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6
|Amós 7:6|
So the LORD relented. “This will not happen either,” the Sovereign LORD said.
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7
|Amós 7:7|
This is what he showed me: the Lord was standing by a wall that had been built true to plumb, with a plumb-line in his hand.
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8
|Amós 7:8|
And the LORD asked me, “What do you see, Amos?” “A plumb-line,” I replied. Then the Lord said, “Look, I am setting a plumb-line among my people Israel; I will spare them no longer.
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9
|Amós 7:9|
“The high places of Isaac will be destroyed and the sanctuaries of Israel will be ruined; with my sword I will rise against the house of Jeroboam.”
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10
|Amós 7:10|
Then Amaziah the priest of Bethel sent a message to Jeroboam king of Israel: “Amos is raising a conspiracy against you in the very heart of Israel. The land cannot bear all his words.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva