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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Mateus 21:1|
As they approached Jerusalem and came to Bethphage on the Mount of Olives, Jesus sent two disciples,
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2
|Mateus 21:2|
saying to them, “Go to the village ahead of you, and at once you will find a donkey tied there, with her colt by her. Untie them and bring them to me.
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3
|Mateus 21:3|
If anyone says anything to you, tell him that the Lord needs them, and he will send them right away.”
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4
|Mateus 21:4|
This took place to fulfil what was spoken through the prophet:
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5
|Mateus 21:5|
“Say to the Daughter of Zion, `See, your king comes to you, gentle and riding on a donkey, on a colt, the foal of a donkey.’“ [Zech. 9:9]
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6
|Mateus 21:6|
The disciples went and did as Jesus had instructed them.
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7
|Mateus 21:7|
They brought the donkey and the colt, placed their cloaks on them, and Jesus sat on them.
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8
|Mateus 21:8|
A very large crowd spread their cloaks on the road, while others cut branches from the trees and spread them on the road.
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9
|Mateus 21:9|
The crowds that went ahead of him and those that followed shouted, “Hosanna [A Hebrew expression meaning “Save!” which became an exclamation of praise; also in verse 15] to the Son of David!” “Blessed is he who comes in the name of the Lord!” [Psalm 118:26] “Hosanna [A Hebrew expression meaning “Save!” which became an exclamation of praise; also in verse 15] in the highest!”
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10
|Mateus 21:10|
When Jesus entered Jerusalem, the whole city was stirred and asked, “Who is this?”
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva