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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Daniel 2:10|
Niin vastasivat Kaldealaiset kuninkaan edessä ja sanoivat: ei yhtään ihmistä ole maan päällä, joka sanoa taitaa, mitä kuningas anoo; niin ei ole myös yhtään kuningasta, kuinka suuri ja voimallinen hän olis, joka senkaltaista tähtientutkialta, viisaalta eli Kaldealaiselta vaatii.
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11
|Daniel 2:11|
Sillä se, jota kuningas anoo, on ylen korkia, ja ei yksikään ole, joka sen kuninkaalle sanoa taitaa, paitsi jumalia, jotka ihmisten seassa ei asu.
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12
|Daniel 2:12|
Silloin vihastui kuningas sangen suuresti, ja käski kaikki viisaat Babelissa tapettaa.
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|Daniel 2:13|
Ja tuomio annettiin, että viisaat tapettaman piti; ja Danielia hänen kumppaniensa kanssa myös etsittiin tapettaviksi.
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|Daniel 2:14|
Silloin saatti Daniel toisen neuvon ja käskyn Ariokille, kuninkaan ylimmäiselle päämiehelle, joka meni ulos tappamaan viisaita Babelissa.
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15
|Daniel 2:15|
Ja hän vastasi ja sanoi kuninkaan käskyläiselle Ariokille: miksi niin ankara tuomio on käynyt ulos kuninkaalta? Ja Ariok antoi Danielin tietää sen asian.
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|Daniel 2:16|
Niin meni Daniel ylös ja rukoili kuningasta, että hän antais hänelle aikaa, sanoaksensa kuninkaalle selitystä.
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|Daniel 2:17|
Ja Daniel meni kotia ja ilmoitti sen kumppaneillensa Hananialle, Misaelille ja Asarialle,
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|Daniel 2:18|
Että he taivaan Jumalalta armoa rukoilisivat sen salaisen asian tähden, ettei Daniel kumppaninensa ynnä muiden viisasten kanssa Babelissa hukkuisi.
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19
|Daniel 2:19|
Niin ilmoitettiin Danielille se salainen asia yöllä näyssä: niin Daniel kiitti Jumalaa taivaasta,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva