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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Deuteronômio 3:1|
Ja me palasimme ja menimme Basanin tietä: niin Og Basanin kuningas läksi kaiken väkensä kanssa meitä vastaan sotimaan Edrein tykönä.
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2
|Deuteronômio 3:2|
Mutta Herra sanoi minulle: älä pelkää häntä; sillä minä olen antanut hänen sinun käsiis ja kaiken hänen väkensä ja hänen maansa, ja sinun pitää tekemän hänelle, niinkuin sinä teit Sihonille Amorilaisten kuninkaalle, joka Hesbonissa asui.
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3
|Deuteronômio 3:3|
Ja niin Herra meidän Jumalamme antoi kuningas Ogin Basanista meidän käsiimme, ynnä kaiken hänen väkensä kanssa, ja me löimme hänen siihenasti ettei hänelle yhtäkään jäänyt.
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4
|Deuteronômio 3:4|
Ja silloin me otimme kaikki hänen kaupunkinsa, ja ei ollut hänellä yhtään kaupunkia,jota emme häneltä ottaneet pois: kuusikymmentä kaupunkia, ja koko Argobin maakunnan, joka oli Ogin valtakunnassa Basanissa.
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5
|Deuteronômio 3:5|
Ja kaikki nämät kaupungit olivat vahvistetut korkeilla muureilla, porteilla ja teljillä, paitsi monta muuta kaupunkia, jotka olivat erinäiset maakylät,
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6
|Deuteronômio 3:6|
Jotka me kaikki maahan kukistimme, niinkuin me Sihonille Hesbonin kuninkaalle teimme: me hävitimme kaiken kaupungin miehet, vaimot ja myös lapset;
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7
|Deuteronômio 3:7|
Vaan kaikki eläimet, ja kaiken saaliin kaupungeista, otimme me meillemme.
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8
|Deuteronômio 3:8|
Ja niin me otimme siihen aikaan sen maan kahden Amorilaisten kuninkaan kädestä, sillä puolella Jordania, Arnonin ojasta niin Hermonin vuoreen asti.
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9
|Deuteronômio 3:9|
Sidonilaiset kutsuivat Hermonin Sirioniksi, mutta Amorilaiset kutsuivat sen Seniriksi,
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10
|Deuteronômio 3:10|
Ja kaikki kaupungit lakialla, ja koko Gileadin, ja koko Basanin, Salkaan ja Edreiin asti, Ogin valtakunnassa Basanin kaupungit.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva