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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Deuteronômio 1:31|
Ja korvessa, jossa sinä olet nähnyt, kuinka Herra sinun Jumalas on sinun kantanut, niinkuin mies kantaa poikansa, kaikella sillä tiellä, jota te vaeltaneet olette, siihenasti kuin te tälle paikalle tulitte.
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32
|Deuteronômio 1:32|
Vaan ette siitä lukua pitäneet, uskoa Herran teidän Jumalanne päälle,
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33
|Deuteronômio 1:33|
Joka kävi tiellä teidän edellänne, tiedustamaan leirin paikkaa, yöllä tulessa, osoittaen teille tietä jota te kävitte, ja päivällä pilvessä.
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34
|Deuteronômio 1:34|
Koska Herra kuuli teidän huutonne, vihastui hän ja vannoi, sanoen:
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35
|Deuteronômio 1:35|
Ei yksikään tästä pahasta sukukunnasta pidä näkemän sitä hyvää maata, jonka minä olen vannonut, antaakseni teidän isillänne,
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36
|Deuteronômio 1:36|
Paitsi Kalebia Jephunnen poikaa, hän näkee sen, hänelle minä annan sen maan, jonka päälle hän astunut on, ja myös hänen lapsillensa, että hän uskollisesti seurasi Herraa.
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|Deuteronômio 1:37|
Ja Herra vihastui myös minulle teidän tähtenne, et sinäkään sinne tule;
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|Deuteronômio 1:38|
Vaan Josua Nunin poika, sinun palvelias, hän tulee sinne: vahvista häntä; sillä hänen pitää asettaman Israelin perimykseensä.
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|Deuteronômio 1:39|
Ja teidän lapsenne, jotka te sanoitte saaliiksi tulevan, ja teidän poikanne, jotka ei tänäpänä tiedä hyvää eli pahaa, he tulevat sinne, ja minä annan sen heille, ja heidän pitää sen omistaman.
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40
|Deuteronômio 1:40|
Vaan palatkaat te ja menkäät korpeen, Punaisen meren tietä.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva