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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Eclesiastes 11:1|
Lähetä leipäsi vetten yli, sillä ajan pitkään sinä saat sen jälleen.
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|Eclesiastes 11:2|
Anna osa seitsemälle, kahdeksallekin, sillä et tiedä, mitä onnettomuutta voi tulla maahan.
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3
|Eclesiastes 11:3|
Jos pilvet tulevat täyteen sadetta, valavat ne sen maahan. Ja jos puu kaatuu etelää kohti tai pohjoista, niin mihin paikkaan puu kaatui, siihen se jää.
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4
|Eclesiastes 11:4|
Joka tuulta tarkkaa, ei kylvä; ja joka pilviä pälyy, ei leikkaa.
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5
|Eclesiastes 11:5|
Niinkuin et tiedä tuulen teitä etkä luitten rakentumista raskaana olevan kohdussa, niin et myöskään tiedä Jumalan tekoja, hänen, joka kaikki tekee.
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6
|Eclesiastes 11:6|
Kylvä siemenesi aamulla äläkä hellitä kättäsi ehtoollakaan; sillä et tiedä, tuoko onnistuu vai tämä vai onko kumpikin yhtä hyvä.
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7
|Eclesiastes 11:7|
Suloinen on valo, ja silmille tekee hyvää nähdä aurinkoa.
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8
|Eclesiastes 11:8|
Niin, jos ihminen elää vuosia paljonkin, iloitkoon hän niistä kaikista, mutta muistakoon pimeitä päiviä, sillä niitä tulee paljon. Kaikki, mikä tulee, on turhuutta.
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9
|Eclesiastes 11:9|
Iloitse, nuorukainen, nuoruudessasi, ja sydämesi ilahuttakoon sinua nuoruusikäsi päivinä. Vaella sydämesi teitä ja silmiesi halun mukaan; mutta tiedä: Jumala tuo sinut tuomiolle kaikesta tästä.
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10
|Eclesiastes 11:10|
Karkoita suru sydämestäsi ja torju kärsimys ruumiistasi, sillä nuoruus ja aamurusko ovat turhuutta.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva