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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Eclesiastes 2:1|
Minä sanoin sydämessäni: Tule, minä tahdon koetella sinua ilolla, nauti hyvää. Mutta katso, sekin oli turhuutta.
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|Eclesiastes 2:2|
Naurusta minä sanoin: Mieletöntä! ja ilosta: Mitä se toimittaa?
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3
|Eclesiastes 2:3|
Minä mietin mielessäni virkistää ruumistani viinillä - kuitenkin niin, että sydämeni harrastaisi viisautta - ja noudattaa tyhmyyttä, kunnes saisin nähdä, mikä olisi ihmislapsille hyvä, heidän tehdäksensä sitä taivaan alla lyhyinä elämänsä päivinä.
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4
|Eclesiastes 2:4|
Minä tein suuria töitä: rakensin itselleni taloja, istutin itselleni viinitarhoja.
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5
|Eclesiastes 2:5|
Minä laitoin itselleni puutarhoja ja puistoja ja istutin niihin kaikkinaisia hedelmäpuita.
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6
|Eclesiastes 2:6|
Minä tein itselleni vesilammikoita kastellakseni niistä metsiköitä, joissa puita kasvoi.
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7
|Eclesiastes 2:7|
Minä ostin orjia ja orjattaria, ja kotona syntyneitäkin minulla oli; myös oli minulla karjaa, raavaita ja lampaita, paljon enemmän kuin kenelläkään niistä, jotka olivat olleet ennen minua Jerusalemissa.
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8
|Eclesiastes 2:8|
Minä kokosin itselleni myöskin hopeata ja kultaa ja kuninkaitten ja maakuntien aarteita ja hankin itselleni laulajia ja laulajattaria ja ihmislasten iloja, vaimon, jopa vaimoja.
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9
|Eclesiastes 2:9|
Minä tulin suureksi ja yhä suuremmaksi, yli kaikkien, jotka olivat olleet ennen minua Jerusalemissa. Sen ohessa pysyi minussa viisauteni.
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10
|Eclesiastes 2:10|
Enkä minä pidättänyt silmiäni mistään, mitä ne pyysivät, enkä kieltänyt sydämeltäni mitään iloa, sillä minun sydämeni iloitsi kaikesta vaivannäöstäni, ja se oli minun osani kaikesta vaivannäöstäni.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva