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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Eclesiastes 6:1|
On onnettomuus tämäkin, jonka olen nähnyt auringon alla ja joka raskaasti painaa ihmistä:
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|Eclesiastes 6:2|
että Jumala antaa miehelle rikkautta ja tavaraa ja kunniaa, niin ettei hänen sielultaan puutu mitään kaikesta siitä, mitä hän halajaa, mutta Jumala ei salli hänen nauttia sitä, vaan sen nauttii vieras. Se on turhuutta ja raskas kärsimys.
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3
|Eclesiastes 6:3|
Vaikka syntyisi miehelle sata lasta ja hän eläisi vuosia paljon ja paljot olisivat hänen vuottensa päivät, mutta hän ei saisi tyydyttää omaa haluaan omaisuudellansa eikä saisi edes hautaustakaan, niin minä sanon, että keskoinen olisi onnellisempi kuin hän.
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4
|Eclesiastes 6:4|
Sillä se turhaan tulee ja pimeyteen menee, ja pimeyteen peittyy sen nimi.
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5
|Eclesiastes 6:5|
Ei se ole aurinkoa nähnyt eikä tuntenut. Sen lepo on parempi kuin hänen.
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|Eclesiastes 6:6|
Ja vaikka hän eläisi kaksi kertaa tuhannen vuotta, mutta ei saisi onnea nähdä - eikö kuitenkin kaikki mene samaan paikkaan?
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|Eclesiastes 6:7|
Kaikki ihmisen vaivannäkö tapahtuu hänen oman suunsa hyväksi, ja kuitenkaan ei halu täyty.
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|Eclesiastes 6:8|
Sillä mitä etua on viisaalla tyhmän edellä, ja mitä kurjalla siitä, että hän osaa oikein vaeltaa elävitten edessä?
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9
|Eclesiastes 6:9|
Parempi silmän näkö kuin halun haihattelu. Tämäkin on turhuutta ja tuulen tavoittelua.
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10
|Eclesiastes 6:10|
Mitä olemassa on, sille on pantu nimi jo ammoin; ja edeltä tunnettua on ollut, mitä ihmisestä on tuleva. Ei voi hän riidellä väkevämpänsä kanssa.
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Sugestões

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11 de maio LAB 497
OBVIAMENTE
2Crônicas 05-07
Se você ligar para mim, meu telefone irá tocar. Se passar um e-mail, chegará no meu computador. Se escrever uma carta, o correio irá me entregar. Você irá dizer: “Dãh!” Tão óbvio, não?
No entanto, esse é ponto: a obviedade. Esse é um problema que podemos ter: nos esquecemos justamente do mais básico, do óbvio. Como somos burros! Preocupamo-nos com tanta coisa sofisticada e nos esquecemos do essencial, que geralmente é o mais simples. Quer ver só? Relembrando sobre o que escrevi no primeiro parágrafo, lembra daquele versículo memorável, que muita gente sabe até de cor, que diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra?” Você sabe que essas palavras eram tão óbvias que, no contexto deles, elas chegavam a ser lugar-comum? Não entendo como Deus tem tanta paciência - se dar ao sacrifício de “redundar tantas redundâncias” para ver se numa dessas voltas, talvez consiga nos laçar para o Seu coração, Seu abraço.
O verso de 2Crônicas 7:14 era óbvio porque, se lermos desde o capítulo anterior, vemos que havia acontecido exatamente isso. Veja bem: 2Crônicas 6:12 em diante mostra uma longa oração de Salomão. Ele estava buscando a Deus. Aí, quando entra aí o capítulo sete, diz que “Assim que Salomão acabou de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios, e a glória do SENHOR encheu o templo”. O verso doze declara que “o SENHOR lhe apareceu de noite e disse: “Ouvi sua oração, e escolhi este lugar para mim, como um templo para sacrifícios”. Logo a seguir, quando estava mais que demonstrado que quando alguém ora a Deus de todo o coração, com todo o seu desempenho, a oração toca o coração de Deus, quando isso tinha acabado de acontecer com Salomão, Deus fala as palavras que destaquei acima: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se...”
Para que falar isso se Salomão havia acabado de chamar pelo nome de Deus? Ele não tinha acabado de se humilhar? Não tinha acabado de orar, de buscar a face do Senhor? Não tinha acabado de se converter dos seus maus caminhos? E Deus não tinha acabado de ouvir Salomão? O Senhor não tinha acabado de perdoar seus pecados? Ele não tinha acabado de abençoar a terra de Salomão? Então para que dizer que se alguém O buscasse, Ele atenderia? Para que redundar?
É porque, infelizmente e obviamente, nós esquecemos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva