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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Eclesiastes 3:1|
Kaikella on määräaika, ja aikansa on joka asialla taivaan alla.
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2
|Eclesiastes 3:2|
Aika on syntyä ja aika kuolla. Aika on istuttaa ja aika repiä istutus.
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3
|Eclesiastes 3:3|
Aika on surmata ja aika parantaa. Aika on purkaa ja aika rakentaa.
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4
|Eclesiastes 3:4|
Aika on itkeä ja aika nauraa. Aika on valittaa ja aika hypellä.
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5
|Eclesiastes 3:5|
Aika on heitellä kiviä ja aika kerätä kivet. Aika on syleillä ja aika olla syleilemättä.
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6
|Eclesiastes 3:6|
Aika on etsiä ja aika kadottaa. Aika on säilyttää ja aika viskata pois.
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7
|Eclesiastes 3:7|
Aika on reväistä rikki ja aika ommella yhteen. Aika on olla vaiti ja aika puhua.
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8
|Eclesiastes 3:8|
Aika on rakastaa ja aika vihata. Aika on sodalla ja aika rauhalla.
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9
|Eclesiastes 3:9|
Mitä hyötyä on työntekijällä siitä, mistä hän näkee vaivaa?
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10
|Eclesiastes 3:10|
Minä olen katsonut sitä työtä, minkä Jumala on antanut ihmislapsille, heidän sillä itseään rasittaaksensa.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva