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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Eclesiastes 12:3|
jolloin huoneen vartijat vapisevat ja voiman miehet käyvät koukkuisiksi ja jauhajanaiset ovat joutilaina, kun ovat menneet vähiin, ja akkunoista-kurkistelijat jäävät pimeään,
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4
|Eclesiastes 12:4|
ja kadulle vievät ovet sulkeutuvat ja myllyn ääni heikkenee ja noustaan linnun lauluun ja kaikki laulun tyttäret hiljentyvät;
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5
|Eclesiastes 12:5|
myös peljätään mäkiä, ja tiellä on kauhuja, ja mantelipuu kukkii, ja heinäsirkka kulkee kankeasti, ja kapriisinnuppu on tehoton; sillä ihminen menee iankaikkiseen majaansa, ja valittajat kiertelevät kaduilla
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|Eclesiastes 12:6|
ennenkuin hopealanka katkeaa ja kultamalja särkyy ja vesiastia rikkoutuu lähteellä ja ammennuspyörä särkyneenä putoaa kaivoon.
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|Eclesiastes 12:7|
Ja tomu palajaa maahan, niinkuin on ollutkin, ja henki palajaa Jumalan tykö, joka sen on antanutkin.
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|Eclesiastes 12:8|
Turhuuksien turhuus, sanoi saarnaaja; kaikki on turhuutta!
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|Eclesiastes 12:9|
Sen lisäksi, että saarnaaja oli viisas, hän myös opetti kansalle tietoa, punnitsi, harkitsi ja sommitteli sananlaskuja paljon.
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|Eclesiastes 12:10|
Saarnaaja koki löytää kelvollisia sanoja, oikeassa mielessä kirjoitettuja, totuuden sanoja.
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|Eclesiastes 12:11|
Viisaitten sanat ovat kuin tutkaimet ja kootut lauseet kuin isketyt naulat; ne ovat saman Paimenen antamia.
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|Eclesiastes 12:12|
Ja vielä näiden lisäksi: Poikani, ota varoituksesta vaari; paljolla kirjaintekemisellä ei ole loppua, ja paljo tutkistelu väsyttää ruumiin.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva