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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|2 Reis 4:1|
¶ Na i tangi tetahi o nga wahine a nga tama a nga poropiti ki a Eriha, i mea, Kua mate tau pononga, taku tahu; a e mohio ana koe i wehi tau pononga i a Ihowa: na kua tae mai te kaiwhakatarewa moni ki te tango i aku tama tokorua hei pononga mana.
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2
|2 Reis 4:2|
Na ka mea a Eriha ki a ia, Ko te aha kia meatia e ahau mau? whakaaturia mai; he aha tau i roto i te whare? Ano ra ko tera, Kahore he mea a tau pononga i roto i te whare, heoti rawa he pata hinu.
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3
|2 Reis 4:3|
Katahi ia ka mea, Haere, tonoa etahi oko mau i waho, i ou hoa tata katoa, hei nga oko tahanga; kei torutoru.
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4
|2 Reis 4:4|
A ka haere koe ki roto, ka tutaki i te tatau ki a koutou ko au tama, a ka riringi ki aua oko katoa; a me waiho ake i rahaki te mea kua ki.
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5
|2 Reis 4:5|
Na haere ana ia, a tutakina ana te tatau ki a ratou ko ana tama; a kawea ana mai nga oko ki a ia, a ko ia hei riringi ki roto.
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6
|2 Reis 4:6|
A, ka ki nga oko, ka mea atu ia ki tana tama, Mauria mai ano he oko ki ahau. A ka mea tera ki a ia, Kahore atu he oko. Na mutu ake te hinu.
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7
|2 Reis 4:7|
Katahi ia ka haere, ka korero ki te tangata a te Atua. Ano ra ko tera, Haere, hokona taua hinu, ka utu i tau moni tarewa, a ko te toenga hei oranga mo koutou ko au tama.
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8
|2 Reis 4:8|
¶ Na i tetahi ra ka haere a Eriha ki Huneme, i reira hoki tetahi wahine nui; a tohea ana e tera kia kai taro ia. Na reira, i ona haerenga katoa atu ma reira, peka ai ia ki reira ki te kai taro.
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9
|2 Reis 4:9|
Na ka mea tera ki tana tahu, Nana, e mohio ana ahau he tangata tapu na te Atua tenei e kopikopiko nei ma to taua wahi.
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10
|2 Reis 4:10|
Me hanga e tatou tetahi ruma nohinohi ki runga i te taiepa; a me whakapai he moenga mona ki reira, he tepu, he nohoanga, he turanga rama; mo tona haere mai ki a tatou, na ka peka ki reira.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva