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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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8
|2 Reis 3:8|
I mea ano ia, Ma tehea ara taua? A ka mea tera, Ma te ara i te koraha o Eroma.
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9
|2 Reis 3:9|
Heoi haere ana te kingi o Iharaira, me te kingi o Hura, me te kingi o Eroma: a i haere taiawhio ratou, e whitu nga ra: na kahore he wai mo te ope, mo nga kararehe ranei e whai ana i a ratou.
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10
|2 Reis 3:10|
Na ka mea te kingi o Iharaira, Aue, kua karangatia nei e Ihowa enei kingi tokotoru kia hoatu ki te ringa o Moapa!
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11
|2 Reis 3:11|
Na ka mea a Iehohapata, Kahore ianei i konei tetahi poropiti a Ihowa hei uinga ma tatou i ta Ihowa? Na ka whakahoki tetahi o nga tangata a te kingi o Iharaira, ka mea, Kei konei a Eriha tama a Hapata, nana ra i riringi te wai ki nga ringa o Irai a.
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12
|2 Reis 3:12|
Na ka mea a Iehohapata, Kei a ia te kupu a Ihowa. Na haere ana te kingi o Iharaira ratou ko Iehohapata, ko te kingi o Eroma ki a ia.
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13
|2 Reis 3:13|
Na ka mea a Eriha ki te kingi o Iharaira, He aha taku ki a koe? Haere ki nga poropiti a tou papa, i nga poropiti a tou whaea. A ka mea te kingi o Iharaira ki a ia, Kati ra: kua karangatia hoki enei kingi e toru e Ihowa kia hoatu ki te ringa o Mo apa.
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14
|2 Reis 3:14|
Ano ra ko Eriha, E ora ana a Ihowa o nga mano e tu nei ahau ki tona aroaro, ina, me i kahore toku whakaaro ki te mata o Iehohapata kingi o Hura, e kore ahau e titiro ki a koe, e kore ano e kite i a koe.
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15
|2 Reis 3:15|
Otira tikina atu ki ahau aianei tetahi kaiwhakatangi hapa. A, i te whakatangihanga a te kaiwhakatangi, na kua tae mai ki a ia te ringa o Ihowa.
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16
|2 Reis 3:16|
Na ka mea ia, Ko te kupu tenei a Ihowa, Meinga tenei raorao kia kapi i te waikeri.
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17
|2 Reis 3:17|
Ko te kupu hoki tenei a Ihowa, E kore koutou e kite i te hau, e kore e kite i te ua, otira ka ki tenei raorao i te wai; a ka inu koutou, a koutou kahui, me a koutou kararehe.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva