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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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13
|2 Reis 2:13|
¶ I tangohia ake hoki e ia te koroka o Iraia i marere i runga i a ia, e hoki ana, tu ana i te pareparenga o Horano.
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14
|2 Reis 2:14|
Na ka mau ia ki te koroka o Iraia i marere nei i runga i a ia, a patua iho ki nga wai, me te ki ano, Kei hea ra a Ihowa, te Atua o Iraia? Na, ka patua e ia nga wai, wehe ana ki tetahi taha, ki tetahi taha: a whiti ana a Eriha.
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15
|2 Reis 2:15|
A, no te kitenga o nga tama a nga poropiti, o era o Heriko i te ritenga mai ki a ia, ka mea ratou, Kua tau te wairua o Iraia ki runga ki a Eriha. Na haere ana mai ratou ki te whakatau i a ia, piko ana ki tona aroaro ki te whenua.
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16
|2 Reis 2:16|
Na ka mea ratou ki a ia, Nana, tenei etahi tangata e rima tekau kei au pononga, he marohirohi; tukua ratou kia haere ki te rapu i tou ariki; kei tupono kua kahakina atu ia e te wairua o Ihowa, kua maka ki runga ki tetahi maunga, ki roto ranei ki tetahi awaawa. Na ka mea ia, Kaua e unga.
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17
|2 Reis 2:17|
A, i ta ratou tohenga a whakama noa ia, ka ki atu ia, Unga. Na unga ana e ratou e rima tekau nga tangata: a e toru nga ra i rapu ai ratou, heoi kihai i kitea.
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18
|2 Reis 2:18|
Na hoki ana ratou ki a ia, i Heriko hoki ia e noho ana; a ka mea ia ki a ratou, Kihai ianei ahau i ki atu ki a koutou, Kaua e haere?
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19
|2 Reis 2:19|
¶ Na ka mea nga tangata o te pa ki a Eriha, Nana, he pai te turanga o tenei pa, e kite nei hoki toku ariki; engari ko te wai he kino, a ko te whenua he whakatahe.
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20
|2 Reis 2:20|
Na ka mea ia, Maua mai he oko hou ki ahau, ka mea he tote ki roto. Na ka kawea mai e ratou ki a ia
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21
|2 Reis 2:21|
Na haere ana ia ki te matapuna o te wai, a maka ana te tote ki roto, me te ki ano, Ko te kupu tenei a Ihowa, Kua ora tenei wai i ahau; heoi ano o konei mate, o konei whakatahe.
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22
|2 Reis 2:22|
Na ora tonu ake taua wai a mohoa noa nei, pera tonu me ta Eriha kupu i korero ai.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva