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Afrikaans (1953) -
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1
|Cantares 4:1|
Hoe mooi is u tog, my vriendin, hoe mooi is u tog, u oë is soos duiwe deur u sluier heen; u hare is soos 'n kudde bokke wat van die gebergte van Gílead afgolf.
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2
|Cantares 4:2|
U tande is soos 'n kudde pas geskeerde skape wat van die drinkplek opkom, wat almal tweelinge het, en geeneen onder hulle is sonder lam nie.
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3
|Cantares 4:3|
U lippe is soos 'n skarlaken band, en u mond is lieflik. U slape is soos 'n granaatskyf deur u sluier heen.
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4
|Cantares 4:4|
U hals is soos die Dawidstoring, gebou met muurkranse waar die duisend skilde in hang, almal skilde van helde.
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5
|Cantares 4:5|
U twee borste is soos twee lammers, tweelinge van 'n gemsbok, wat onder die lelies wei.
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6
|Cantares 4:6|
Totdat die aandwind waai en die skaduwees vlug, sal ek gaan na die mirreberg en na die wierookheuwel.
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7
|Cantares 4:7|
Alles is mooi aan u, my vriendin, en daar is geen gebrek aan u nie.
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8
|Cantares 4:8|
Saam met my van die Líbanon af, bruid, saam met my van die Líbanon af, o kom! Trek af van die top van Amána, van die top van Senir en van Hermon, van die lêplekke van die leeus, van die berge van die luiperds.
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9
|Cantares 4:9|
U het my hart gesteel, my susterbruid, u het my hart gesteel met een straal van u oë, met een kettinkie van u halssieraad.
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10
|Cantares 4:10|
Hoe skoon is u liefde, my susterbruid, hoeveel beter is u liefde as wyn en die geur van u salf as al die speserye!
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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva