-
-
Afrikaans (1953) -
-
1
|Cantares 8:1|
Ag, was u maar vir my soos 'n broer wat aan die borste van my moeder drink! As ek u daar buite vind, ek sou u kus; en tog sou hulle my nie verag nie.
-
2
|Cantares 8:2|
Ek sou u lei, ek sou u bring in die huis van my moeder; sy sou my leer; ek sou u laat drink van die gekruide wyn, van my granaatmos.
-
3
|Cantares 8:3|
Laat sy linkerarm onder my hoof wees en sy regterarm my omhels.
-
4
|Cantares 8:4|
Ek besweer julle, dogters van Jerusalem: Waarom wil julle wakker maak en waarom wil julle opwek die liefde voordat dit die liefde behaag?
-
5
|Cantares 8:5|
Wie is dit wat daar opkom uit die woestyn, wat leun op haar beminde? Onder die appelboom het ek u opgewek. Daar was u moeder in barensweë oor u, daar was sy in barensweë wat u voortgebring het.
-
6
|Cantares 8:6|
Dra my soos 'n seëlring op u hart, soos 'n seëlring op u arm; want liefde is sterk soos die dood, die liefdes-ywer is hard soos die doderyk, sy gloed is 'n gloed van vuur, 'n vlam van die HERE.
-
7
|Cantares 8:7|
Groot waters kan die liefde nie uitblus en riviere dit nie oorstroom nie; al gee 'n man ook al die goed van sy huis vir die liefde, hulle sou hom diep verag.
-
8
|Cantares 8:8|
Ons het 'n klein sustertjie wat nog nie borste het nie; wat moet ons met ons suster maak dié dag as sy gevra word?
-
9
|Cantares 8:9|
As sy 'n muur is, sal ons 'n silwerrand daarop bou, en as sy 'n deur is, sal ons dit met 'n sederplank toeslaan.
-
10
|Cantares 8:10|
Ek is 'n muur, en my borste soos torings: toe het ek in sy oë geword soos een wat vrede vind.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva