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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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31
|Lucas 1:31|
En kyk, jy sal swanger word en 'n Seun baar, en jy moet Hom Jesus noem.
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32
|Lucas 1:32|
Hy sal groot wees en die Seun van die Allerhoogste genoem word; en die Here God sal aan Hom die troon van sy vader Dawid gee,
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33
|Lucas 1:33|
en Hy sal koning wees oor die huis van Jakob tot in ewigheid, en aan sy koninkryk sal daar geen einde wees nie.
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34
|Lucas 1:34|
Toe sê Maria vir die engel: Hoe kan dit wees aangesien ek geen man het nie?
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35
|Lucas 1:35|
En die engel antwoord en sê vir haar: Die Heilige Gees sal oor jou kom en die krag van die Allerhoogste sal jou oorskadu. Daarom ook sal die Heilige wat gebore word, Seun van God genoem word.
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36
|Lucas 1:36|
En kyk, Elisabet, jou bloedverwant, het self ook 'n seun ontvang in haar ouderdom, en hierdie maand is die sesde vir haar wat onvrugbaar genoem is.
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37
|Lucas 1:37|
Want geen ding sal by God onmoontlik wees nie.
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38
|Lucas 1:38|
En Maria sê: Hier is die diensmaagd van die Here. Laat dit met my gaan volgens u woord. En die engel het van haar weggegaan.
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39
|Lucas 1:39|
En in daardie dae het Maria opgestaan en haastig na die bergstreek gegaan, na 'n stad van Juda;
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40
|Lucas 1:40|
en sy het in die huis van Sagaría gekom en Elisabet gegroet.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva