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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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71
|Lucas 1:71|
redding van ons vyande en uit die hand van almal wat vir ons haat,
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72
|Lucas 1:72|
om barmhartigheid te bewys aan ons vaders en aan sy heilige verbond te dink,
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73
|Lucas 1:73|
aan die eed wat Hy gesweer het vir Abraham, ons vader, om aan ons te gee
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74
|Lucas 1:74|
dat ons, verlos uit die hand van ons vyande, Hom sonder vrees kan dien,
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75
|Lucas 1:75|
in heiligheid en geregtigheid voor Hom, al die dae van ons lewe.
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76
|Lucas 1:76|
En jy, kindjie, sal 'n profeet van die Allerhoogste genoem word, want jy sal voor die aangesig van die Here uitgaan om sy weë reg te maak;
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77
|Lucas 1:77|
om kennis van saligheid aan sy volk te gee in die vergifnis van hulle sondes,
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78
|Lucas 1:78|
deur die innige barmhartigheid van onse God waarmee die opgaande Lig uit die hoogte ons besoek het,
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79
|Lucas 1:79|
om te skyn oor die wat in duisternis en doodskaduwee sit, om ons voete na die pad van vrede te rig.
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80
|Lucas 1:80|
En die kindjie het gegroei en sterk geword in die Gees; en hy was in die woestyne tot op die dag van sy vertoning aan Israel.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva