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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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7
|1 Coríntios 6:7|
Ehara, kua waiho ke tena hei he i roto i a koutou, ta koutou whakawa tetahi i tetahi. he aha te whakaririka kau ai ina ahatia koutou? he aha te tangohia noatia atu ai a koutou mea?
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8
|1 Coríntios 6:8|
Ehara, ko koutou tonu kei te mahi i te he, a kei te tango pokanoa, ko o koutou teina ano te meatanga.
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9
|1 Coríntios 6:9|
¶ Tena ranei kahore koutou i te matau, e kore te hunga whakahere he e whiwhi ki te rangatiratanga o te Atua? Kei tinihangatia koutou; e kore te hunga moepuku, te hunga karakia whakapakoko ranei, te hunga puremu, te hunga whakawahine, te hunga ranei e mea ana i te tane hei wahine,
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10
|1 Coríntios 6:10|
Nga tangata tahae, nga tangata apo, nga haurangi, te hunga taunu, te hunga hao taonga ranei, e whiwhi ki te rangatiratanga o te Atua.
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11
|1 Coríntios 6:11|
He pera hoki etahi o koutou i mua; otira kua horoia koutou, kua whakatapua, kua whakatikaia i runga i te ingoa o te Ariki, o Ihu Karaiti, he meatanga na te Wairua o to tatou Atua.
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12
|1 Coríntios 6:12|
¶ He tika nga mea katoa maku, otira e kore e pai katoa. he tika nga mea katoa maku, otira e kore ahau e pai ki tetahi mea hei rangatira moku.
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13
|1 Coríntios 6:13|
Ko nga kai mo te kopu, ko te kopu mo nga kai: heoi ka ngaro tenei i te Atua me era hoki. Ehara hoki te tinana i te mea mo te moepuku, engari ma te Ariki, ko te Ariki hoki hei Ariki mo te tinana:
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14
|1 Coríntios 6:14|
A na te Atua i ara ai te Ariki, waihoki mana tatou ka ara ai, ma tona kaha.
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15
|1 Coríntios 6:15|
Kahore oti koutou i matau, he wahi o koutou tinana no te Karaiti? me tango koia e ahau nga wahi o te Karaiti, a ka mea i a ratou hei wahi mo te wahine kairau? Kahore rapea!
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|1 Coríntios 6:16|
A kahore ranei koutou i matau, ko te tangata e honoa ki te wahine kairau he tinana kotahi? e ki ana hoki ia, Hei kikokiko kotahi raua tokorua.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva