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Maori -
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1
|1 João 3:1|
¶ Kia kite koutou i te tikanga o te aroha i homai nei e te Matua ki a tatou, ara kia huaina tatou he tamariki na te Atua! he pera hoki tatou, koia te ao te matau ai ki a tatou, kahore hoki i matau ki a ia.
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2
|1 João 3:2|
E nga hoa aroha, he tamariki tatou na te Atua inaianei; a kahore ano i kitea noatia he aha ranei tatou a mua: ia, ka rite tatou ki a ia; ka kite hoki tatou i a ia, i tona ahua ake ano.
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3
|1 João 3:3|
Na ki te mea kei tetahi tenei tumanako ki a ia, ka tahia atu e ia ona he, kia rite ai ki a ia kahore nei he he.
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4
|1 João 3:4|
¶ Ko te tangata e mea ana i te hara, he takahi tana i te ture: he takahi hoki te hara i te ture.
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5
|1 João 3:5|
E matau ana ano koutou i whakakitea mai ia hei waha atu i o tatou hara; kahore ano hoki he hara i roto i a ia.
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6
|1 João 3:6|
Ko te tangata e mau ana i roto i a ia e kore e hara: ko te tangata e hara ana, kahore i kite i a ia, kahore ano i matau ki a ia.
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7
|1 João 3:7|
E aku tamariki nonohi, kei whakapohehetia koutou e etahi: ko te tangata e mea ana i te tika, he tika ano ia, pera hoki me tera e tika ana.
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8
|1 João 3:8|
Ko te tangata e mea ana i te hara, no te rewera ia; he hara hoki to te rewera no te timatanga ra ano. Mo konei te Tama a te Atua i whakakitea mai ai, kia whakakahoretia ai e ia nga mahi a te rewera.
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9
|1 João 3:9|
Ko te tangata kua whanau i te Atua e kore e mea i te hara; no te mea e mau ana tana purapura i roto i a ia; e kore hoki e ahei i a ia te hara, no te mea kua whanau ia i te Atua.
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10
|1 João 3:10|
Ma konei ka kitea ai nga tamariki a te Atua me nga tamariki a te rewera: ko te tangata e kore e mahi i te tika, ehara ia i te Atua, me ia ano hoki e kore e aroha ki tona teina.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva