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Maori -
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1
|Efésios 6:1|
¶ E nga tamariki, kia ngohengohe ki o koutou matua i roto i te Ariki: ko te mea tika hoki tenei.
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2
|Efésios 6:2|
Whakahonoretia tou papa me tou whaea; ko te ture tuatahi tenei i runga i te kupu whakaari,
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3
|Efésios 6:3|
Kia hua ai te pai ki a koe, kia roa ai hoki tou noho i te whenua.
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4
|Efésios 6:4|
Me koutou hoki, e nga matua, kei whakapataritari i a koutou tamariki kia riri; engari whakatupuria ake ratou i runga i te whakaako, i te whakatupato a te Ariki.
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5
|Efésios 6:5|
E nga pononga, kia ngohengohe ki o koutou rangatira o te wahi ki te kikokiko, me te wehi, me te wiri, i runga i te ngakau tapatahi, ano ki a te Karaiti;
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6
|Efésios 6:6|
Kaua hei ta te kanohi mahi, hei whakamanawareka tangata noa; engari hei ta nga pononga a te Karaiti, e mahi a ngakau ana i ta te Atua i pai ai;
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7
|Efésios 6:7|
Kia mahi i runga i te whakaaro pai, ano ki te Ariki, kahore ki te tangata:
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8
|Efésios 6:8|
Kia matau hoki, ko te pai e mea ai te tangata, ka whakawhiwhia mai ano ia ki tenei e te Ariki, ahakoa pononga, ahakoa rangatira.
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9
|Efésios 6:9|
E nga rangatira, kia pera ano hoki ta koutou ki a ratou; kati te whakawehi: kia matau hoki ko to koutou Ariki me to ratou kei te rangi; kahore hoki ana whakapai kanohi.
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10
|Efésios 6:10|
¶ Heoi, kia kaha i roto i te Ariki, i te mana hoki o tona kaha.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva