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Maori -
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11
|Gálatas 3:11|
He hanga marama ano tenei, e kore e tika i te ture tetahi tangata ki te aroaro o te Atua: Ma te whakapono hoki e ora ai te tangata tika.
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12
|Gálatas 3:12|
He teka hoki no te whakapono te ture: engari, Ki te mahia aua mea e te tangata, ma aua mea ia e ora ai.
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13
|Gálatas 3:13|
Kua hokona tatou e te Karaiti i roto i te kanga a te ture, i a ia nei i meinga hei kanga mo tatou: kua oti hoki te tuhituhi, He mea kanga nga tangata katoa e whakairia ki runga ki te rakau:
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14
|Gálatas 3:14|
Kia tae ai ki nga tauiwi te manaaki o Aperahama i roto i a Karaiti Ihu; kia riro mai ai i a tatou te kupu homai o te Wairua, he mea ma roto i te whakapono.
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15
|Gálatas 3:15|
E oku teina, he kupu tangata taku nei; Ahakoa he kawenata na te tangata, ki te mea ka oti te whakau, kahore he tangata hei turaki, hei tapiri ranei.
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16
|Gálatas 3:16|
Na, i korerotia nga kupu whakaari ki a Aperahama, ki tana whanau ano hoki. Kihai ia i mea, Ki nga whanau, me te mea he tokomaha; engari me te mea he kotahi, Ki tau whanau, ko te Karaiti hoki ia.
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17
|Gálatas 3:17|
Na ko taku kupu tenei; Ko te kawenata i whakaukia e te Atua i mua ra, e kore e ahei te ture, no muri iho nei o nga tau e wha rau e toru tekau i tae mai ai, ki te turaki, hei whakakahore i te kupu whakaari.
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18
|Gálatas 3:18|
Mehemea hoki na te ture i riro mai ai te kainga, heoi ehara i te mea na te kupu whakaari; otira i na runga mai i te kupu whakaari ta te Atua homaitanga ki a Aperahama.
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19
|Gálatas 3:19|
¶ Hei aha ra te ture? I tapiritia mai mo nga pokanga ketanga, kia tae mai ra ano te whanau mona nei te kupu whakaari; he mahinga na nga anahera, i roto i te ringa o te takawaenga.
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20
|Gálatas 3:20|
Na, he teka mo te kotahi te takawaenga; kotahi ia te Atua.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva