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Maori -
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|Gálatas 6:1|
¶ E oku teina, ahakoa ra i rokohanga te tangata e tetahi he, ma koutou, ma te hunga i te Wairua, e whakaara ake ia i runga i te wairua mahaki; me te titiro iho ano ki a koe, kei whakamatautauria hoki ko koe.
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2
|Gálatas 6:2|
Pikaua e tetahi nga whakataimaha o tetahi, hei whakarite i ta te Karaiti ture.
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3
|Gálatas 6:3|
Ki te mahara hoki tetahi tangata ki a ia ano he mea nui ia, i te mea he kore noa iho ia, e nuka ana ia ki a ia ano.
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4
|Gálatas 6:4|
Engari ma ia tangata e whakamatau tana ake mahi, ka ai ai he mea hei whakamanamanatanga mona ki tana anake, kahore ki ta tetahi atu.
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5
|Gálatas 6:5|
Ka riro hoki ma ia tangata e pikau tana kawenga.
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6
|Gálatas 6:6|
Ko te tangata e whakaakona ana ki te kupu, me whakawhiwhi e ia tona kaiwhakaako ki nga mea pai katoa.
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7
|Gálatas 6:7|
Kei whakapohehetia koutou; kahore te Atua e tinihangatia: ko ta te tangata hoki e rui ai, ko tena tana e kokoti ai.
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8
|Gálatas 6:8|
Ko te tangata hoki e rui ana, he whakaaro ki tona kikokiko, he pirau tana e kokoti ai o te kikokiko; ko te tangata ia e rui ana, he whakaaro ki te Wairua, ko te ora tonu tana e kokoti ai o te Wairua.
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9
|Gálatas 6:9|
A kaua tatou e ngakaukore ki te mahi i te pai: tena tona wa e rite ai ka kokoti tatou ki te kahore tatou e ngoikore.
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10
|Gálatas 6:10|
Na reira, i te mea e whai takiwa ana tatou, kia mahi tatou i te pai ki nga tangata katoa, a tera noa ake ki te hunga o te whare o te whakapono.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva