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Maori -
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1
|Gálatas 6:1|
¶ E oku teina, ahakoa ra i rokohanga te tangata e tetahi he, ma koutou, ma te hunga i te Wairua, e whakaara ake ia i runga i te wairua mahaki; me te titiro iho ano ki a koe, kei whakamatautauria hoki ko koe.
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2
|Gálatas 6:2|
Pikaua e tetahi nga whakataimaha o tetahi, hei whakarite i ta te Karaiti ture.
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3
|Gálatas 6:3|
Ki te mahara hoki tetahi tangata ki a ia ano he mea nui ia, i te mea he kore noa iho ia, e nuka ana ia ki a ia ano.
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4
|Gálatas 6:4|
Engari ma ia tangata e whakamatau tana ake mahi, ka ai ai he mea hei whakamanamanatanga mona ki tana anake, kahore ki ta tetahi atu.
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5
|Gálatas 6:5|
Ka riro hoki ma ia tangata e pikau tana kawenga.
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6
|Gálatas 6:6|
Ko te tangata e whakaakona ana ki te kupu, me whakawhiwhi e ia tona kaiwhakaako ki nga mea pai katoa.
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7
|Gálatas 6:7|
Kei whakapohehetia koutou; kahore te Atua e tinihangatia: ko ta te tangata hoki e rui ai, ko tena tana e kokoti ai.
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8
|Gálatas 6:8|
Ko te tangata hoki e rui ana, he whakaaro ki tona kikokiko, he pirau tana e kokoti ai o te kikokiko; ko te tangata ia e rui ana, he whakaaro ki te Wairua, ko te ora tonu tana e kokoti ai o te Wairua.
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9
|Gálatas 6:9|
A kaua tatou e ngakaukore ki te mahi i te pai: tena tona wa e rite ai ka kokoti tatou ki te kahore tatou e ngoikore.
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10
|Gálatas 6:10|
Na reira, i te mea e whai takiwa ana tatou, kia mahi tatou i te pai ki nga tangata katoa, a tera noa ake ki te hunga o te whare o te whakapono.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva