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Maori -
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11
|Gálatas 4:11|
E manawapa ana ahau ki a koutou, kei kore he hua mo taku i mahi ai i roto i a koutou.
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|Gálatas 4:12|
¶ E oku teina, ko taku tohe tenei ki a koutou, kia rite ki ahau; e rite ana hoki ahau ki a koutou: kahore a koutou mahi he ki ahau.
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13
|Gálatas 4:13|
E matau ana koutou he mea na te ngoikore e toku kikokiko taku kauwhau i te rongopai ki a koutou i te tuatahi.
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14
|Gálatas 4:14|
Heoi kihai koutou i whakahawea, i whakakino ki toku whakamatautauranga i toku kikokiko: na, tahuri mai ana koutou ki ahau, ano he anahera ahau na te Atua, me te mea ano ko Ihu Karaiti.
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15
|Gálatas 4:15|
Kei hea ra tera hari o koutou? He kaiwhakaatu hoki ahau mo ta koutou, me i taea kua tikarohia e koutou o koutou kanohi, a kua homai ki ahau.
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16
|Gálatas 4:16|
Koia, kua hoariritia ranei ahau ki a koutou, moku i korero i te pono ki a koutou?
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17
|Gálatas 4:17|
¶ Ko ta ratou whaiwhai i a koutou ehara i te pai: engari e mea ana ratou kia tutakina mai koutou, kia whai ai ko koutou ki a ratou.
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18
|Gálatas 4:18|
He mea pai ia kia matenuitia i runga i te pai i nga wa katoa, kauaka hoki i toku nohoanga anake ki a koutou.
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19
|Gálatas 4:19|
¶ E aku tamariki, ka mamae nei ano ahau mo koutou, kia whai ahua ra ano a te Karaiti i roto i a koutou,
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20
|Gálatas 4:20|
Ko taku hiahia me i kona ahau i a koutou na aianei, kia puta ke ano toku reo; no te mea e ruarua ana ahau ki a koutou.
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Sugestões

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03 de março LAB 428
JUSTIÇA SEJA FEITA
Deuteronômio 21-23
Aparício Lamounier Vilela, de Campo Belo, Minas Gerais, foi condenado e preso em 1927, acusado de ter matado seu próprio tio. Ele protestava, dizendo que era inocente, mas não era isso o que a Justiça apontava. Quatro anos depois, os bens de Aparício, em sacrifício financeiro de sua própria família, foram leiloados pela justiça para indenizar a família do assassinado. Como o acusado continuava alegando sua inocência e sua família o apoiasse, o sistema judiciário continuou sendo procurado para rever o caso, por muitos anos. Mais de duas décadas se passaram e a promotoria mantinha sua posição. Mas, em 1952, o fazendeiro Saturnino Vilela Filho resolve confessar sua responsabilidade pelo assassinato. A Justiça foi obrigada a reconhecer que estava errada.
Mas se era “justiça”, como poderia ser errada? Como um sistema que fez com que um homem inocente perdesse metade de sua vida no isolamento, separação, humilhação e vergonha, poderia ser chamado de “justiça”? Como reparar um erro tão grande?
A verdade é que o ser humano, por mais que tente ser justo, é muito falho. Assim como um educador passa muito trabalho com uma criança que é indisciplinada, na leitura de hoje, encontramos Deus em um grande empenho para ajudar Seus filhos a ter um pouco de disciplinas em suas leis. Leia Deuteronômio 21-23 em uma versão moderna da Bíblia, como a Nova Versão Internacional ou a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Você perceberá que um grande número, senão a maior parte daquelas regras ainda são aproveitáveis para nós, em pleno século XXI. Talvez não a regra exatamente no seu sentido restrito, mas o princípio que se aplica por trás dela.
Apesar do fato de que existe tanta maldade entre os seres humanos, Deus tem um profundo interesse em ajudar o homem a acertar na vida. Desde os tempos antigos, Ele age assim. Veja esse reflexo da leitura de hoje: “...o Senhor, o seu Deus, não atendeu a Balaão, e transformou a maldição em bênção para vocês, pois o Senhor, o seu Deus, os ama (Deuteronômio 23: 5).”
Isso é para você também. Deus quer que a justiça seja feita na sua vida. Portanto, leia a Bíblia, pois foi Seu próprio Autor quem disse que felizes são aqueles que têm fome e sede de justiça. E é na Palavra de Deus que nós a encontramos. O meu desejo é que, assim como era para acontecer naquele antigo Israel, que aconteça na sua vida também: que a justiça seja feita. E para que ela lhe seja boa, trilhe nos caminhos justos.
Faça o que é certo, porque é certo e deixe o resto com Deus!
Valdeci Júnior
Fátima Silva