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Maori -
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1
|Jonas 1:1|
¶ Na i puta mai te kupu a Ihowa ki a Hona, tama a Amitai, i mea,
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2
|Jonas 1:2|
Whakatika, haere ki Ninewe, ki taua pa nui, karangatia he he mona; kua tae ake hoki to ratou kino ki toku aroaro.
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3
|Jonas 1:3|
Ko Hona ia i whakatika, he rere ki Tarahihi i te aroaro o Ihowa; haere ana ia ki raro, ki Hopa, a ka kitea e ia tetahi kaipuke e rere ana ki Tarahihi: ka hoatu e ia te utu mo te ekenga ki runga, kia haere atu ai ia i roto i a ratou ki Tarahihi i te aroaro o Ihowa.
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4
|Jonas 1:4|
¶ Na ka tukua e Ihowa he hau nui ki te moana, a he nui te awha i te moana, no ka kiia ka pakaru te kaipuke.
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5
|Jonas 1:5|
Na ka wehi nga kaiwhakatere, ka karanga ki tona atua, ki tona atua; a akiritia ana e ratou nga taonga o runga o te kaipuke ki te moana kia mama ai ki a ratou. Ko Hona ia kua riro ki roto rawa i te kaipuke, a ka takoto ia, ka moe, au rawa.
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6
|Jonas 1:6|
Na ko te haerenga atu o te rangatira o te kaipuke, ka mea ki a ia, He aha tau, e te tangata e moe na? maranga, karanga ki tou Atua, me kahore te Atua e whakaaro ki a tatou, kei ngaro tatou.
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7
|Jonas 1:7|
Na ka mea ratou ki tona hoa, ki tona hoa, Haere mai, kia makamaka rota tatou, kia mohio ai ko wai te take o tenei he ki a tatou. Na kei te makamaka rota ratou, a ka tau te rota ki a Hona.
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8
|Jonas 1:8|
Katahi ratou ka mea ki a ia, Tena ra, whakaaturia ki a matou ko wai te take o tenei he ki a tatou? he mahi aha tau? i haere mai koe i hea? Ko hea tou whenua? no tehea iwi koe?
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9
|Jonas 1:9|
Ano ra ko ia ki a ratou, He Hiperu ahau; e wehi ana hoki ahu i a Ihowa, i te Atua o nga rangi, nana nei i hanga te moana me te whenua maroke.
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10
|Jonas 1:10|
Na nui atu te wehi i wehi ai aua tangata, ka mea ratou ki a ia, He aha tenei i meatia nei e koe? I mohio hoki aua tangata e rere ana ia i te aroaro o Ihowa, nana hoki i whakaatu ki a ratou.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva