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Maori -
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11
|Jonas 1:11|
¶ Na ka mea ratou ki a ia, Me aha matou ki a koe, kia marino ai te moana ki a tatou? e nui haere ana hoki te ngaru o te moana.
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12
|Jonas 1:12|
A ka mea ia ki a ratou, Hapainga ake ahau, maka ki te moana; katahi ka marino te moana ki a koutou; e mohio ana hoki ahau he whakaaro ki ahau i puta mai ai tenei paroro ki a koutou.
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13
|Jonas 1:13|
Heoi hoe tonu aua tangata kia u ai ratou ki uta; otiia kihai i taea: e nui haere ana hoki te ngaru o te moana hei arai i a ratou.
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14
|Jonas 1:14|
Katahi aua tangata ka karanga ki a Ihowa, ka mea, Aue, e Ihowa, kaua ra matou e whakangaromia hei utu mo te matenga o tenei tangata: kaua ano e utaina he toto harakore ki runga ki a matou: kua mahia na hoki e koe, e Ihowa, tau i pai ai.
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15
|Jonas 1:15|
Na hapainga ana a Hona e ratou, maka ana ki te moana: a mutu ake te riri o te moana.
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16
|Jonas 1:16|
Na he nui te wehi i wehi ai aua tangata i a Ihowa; patua iho e ratou he patunga tapu ki a Ihowa, puaki ana a ratou kupu taurangi.
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17
|Jonas 1:17|
Na kua rite mai i a Ihowa tetahi ika nui hei horo i a Hona. A e toru nga ra, e toru nga po o Hona i roto i te kopu o te ika.
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1
|Jonas 2:1|
¶ Katahi a Hona ka inoi ki a Ihowa, ki tona Atua, i roto i te kopu o te ika,
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2
|Jonas 2:2|
I mea ia, I karanga ahau, he ngakau mamae noku, ki a Ihowa; a whakahoki mai ana ia ki ahau; i tangi atu ahau i roto i te kopu o te reinga, a whakarongo ana koe ki toku reo.
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3
|Jonas 2:3|
I maka hoki ahau e koe ki te rire, ki waenga moana, a karapotia ana ahau e nga roma; tika ana au tuatea katoa me au ngaru i runga i ahau.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva