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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Josué 15:11|
A i puta tonu atu te rohe ki te taha o Ekerono, whaka te raki; a i whakatakotoria atu te rohe ki Hikirono, a haere tonu atu ki Maunga Paara, a puta tonu atu ki Iapaneere: a pakaru rawa atu te rohe kei te moana.
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12
|Josué 15:12|
A ko te rohe ki te hauauru kei te moana nui me tona pareparenga. Ko te rohe tenei ki nga tama a Hura a tawhio noa, ki tenei hapu, ki tenei hapu o ratou.
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13
|Josué 15:13|
¶ A i hoatu e ia he wahi ki a Karepe, ki te tama a Iepune i roto i nga tama a Hura, he mea ki mai hoki na Ihowa ki a Hohua, ko Kiriata Arapa, ara ko Heperona, ko taua Arapa nei te papa o Anaka.
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14
|Josué 15:14|
Na ka peia e Karepe i reira nga tama tokotoru a Anaka, a Hehai, a Ahimana, a Taramai, nga tama a Anaka.
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15
|Josué 15:15|
Na ka haere atu ia i reira ki runga, ki nga tangata o Repiri: na ko te ingoa o Repiri i mua ko Kiriata Hepere.
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16
|Josué 15:16|
Na ka mea a Karepe, Ko te tangata e patua ai a Kiriata Hepere, a ka horo i a ia, ka hoatu e ahau a Akaha, taku tamahine hei wahine mana.
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17
|Josué 15:17|
Na ka horo i a Otoniere, i te tama a Kenaha, a te teina o Karepe; a hoatu ana e ia tana tamahine, a Akaha hei wahine mana.
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18
|Josué 15:18|
A, i a ia e haere atu ana ki a ia, ka whakakikitia e ia te tane kia tonoa he mara i tona papa: a ka marere atu ia ki raro i te kaihe; na ka mea a Karepe ki a ia, He aha tau?
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19
|Josué 15:19|
Na ka mea ia, Homai he manaaki ki ahau; i te mea kua whakanohoia ahau e koe ki te whenua i te tonga, homai ano hoki etahi puna wai ki ahau. Na hoatu ana e ia ki a ia nga puna o runga me nga puna o raro.
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20
|Josué 15:20|
¶ Ko te wahi tupu tenei o te iwi o nga tama a Hura, o o ratou hapu.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva