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Maori -
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1
|Naum 1:1|
¶ Ko te poropititanga mo Ninewe, Ko te pukapuka o te kite a Nahumu Erekohi.
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2
|Naum 1:2|
¶ He Atua hae a Ihowa, he rapu utu; he rapu utu a Ihowa, a ki tonu i te riri; e rapu utu ana a Ihowa i ona hoariri, a e rongoatia ana e ia he riri mo ona hoariri.
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3
|Naum 1:3|
He puhoi a Ihowa ki te riri, he nui tona kaha, e kore rawa e whakaharakoretia e ia te tangata hara. Ko to Ihowa ara kei te tukauati, kei te paroro, ko nga kapua te puehu o ona waewae.
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4
|Naum 1:4|
E riria ana e ia te moana, a meinga ana kia maroke, a whakamaroketia ana nga awa katoa: e ngohe ana a Pahana, me Karamere, a kahakore noa iho te puawai o Repanona.
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5
|Naum 1:5|
Wiri ana nga maunga i a ia, rewa ana nga pukepuke; huamo ake ana te whenua i tona aroaro, ae ra, te ao, me nga tangata katoa e noho ana i reira.
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6
|Naum 1:6|
Ko wai e kaha ki te tu i mua i tona aritarita? ko wai e kaha ki te whakatika, ina mura tona riri; ko te ringihanga mai o tona weriweri, ano he ahi; ko nga kamaka wahia iho e ia.
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7
|Naum 1:7|
He pai a Ihowa, he pa kaha i te ra o te raru; e mohio ana hoki ia ki te hunga e whakawhirinaki ana ki a ia.
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8
|Naum 1:8|
Otiia ka moti to reira wahi i tana waipuke e ngawha ana; ka whaia ano e ia ona hoariri ki roto ki te pouri.
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9
|Naum 1:9|
¶ Ko te aha ta koutou e whakaaro na ki a Ihowa? ka moti rawa i a ia: e kore e tuaruatia te putanga ake o te aitua.
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10
|Naum 1:10|
No te mea, ahakoa rite ratou ki te tataramoa e whiwhi ana, ahakoa ki nga kopu ano na ta ratou waina, ka tino pau ratou, ano he kakau witi kua maroke.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva