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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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12
|Oséias 4:12|
¶ E ui tikanga ana taku iwi ki a ratou rakau, ko to ratou tokotoko ano hoki hei whakaatu tikanga ki a ratou: kua pohehe hoki ratou i te wairua o te moepuku, kua maunu atu i raro i to ratou Atua ki te puremu.
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13
|Oséias 4:13|
E patu ana ratou i nga patunga tapu i runga i nga tihi o nga maunga, e tahu whakakakara ana i runga i nga pukepuke, i raro i nga oki, i nga papara, i nga terepini, he pai hoki no te taumarumarunga iho: mo reira ka moepuku a koutou tamahine, ka p uremu a koutou wahine.
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14
|Oséias 4:14|
E kore ahau e whiu i a koutou tamahine ina moepuku, i a koutou wahine ina puremu; ko nga tane nei hoki he mea wehe atu ki nga wahine moepuku, ko ratou tahi ko nga wahine kairau kei te mea patunga tapu: mo reira ka hinga te iwi kahore nei o ratou matauranga.
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15
|Oséias 4:15|
Ahakoa koe, e Iharaira, kairau noa, kaua a Hura e he; a kaua hoki koutou e haere mai ki Kirikara, kaua hoki e haere ki runga ki Peteawene, a kaua e oati, Kei te ora a Ihowa.
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16
|Oséias 4:16|
Kua whakangutungutu hoki a Iharaira, tona rite kei te kuao kau e whakatotoi ana: akuanei ratou whangaia ai e Ihowa, peratia ai me te reme i te wahi whanui.
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17
|Oséias 4:17|
Kua honoa a Eparaima ki nga whakapakoko: tukua atu ki tana.
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18
|Oséias 4:18|
Ko te mea e inumia ana e ratou kua kawa; he moepuku tonu ta ratou; a he whakama ta o ratou rangatira e matenui ana.
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19
|Oséias 4:19|
Kua oti ia te kopaki e te hau ki roto ki ona parirau; ka whakama hoki ratou ki a ratou patunga tapu.
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1
|Oséias 5:1|
¶ Whakarongo ki tenei, e nga tohunga, mahara mai, e te whare o Iharaira, kia whai taringa mai hoki, e te whare o te kingi, mo koutou hoki te whakawa; no te mea kua waiho koutou hei rore ki Mihipa, hei kupenga horahora ki runga ki Taporo.
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2
|Oséias 5:2|
A hohonu ana te hounga o te patu a te hunga tutu; ko ahau ia te kairiri i te he o ratou katoa.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva