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Maori -
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1
|Rute 3:1|
¶ Na ka mea a Naomi, tona hungawai ki a ia, Kaua ianei ahau e rapu i te okiokinga mou, e taku tamahine, e puta mai ai te pai ki a koe?
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2
|Rute 3:2|
Ehara ianei i te whanaunga no taua a Poaha nana nei aua kotiro, ou hoa na? Nana, ko a tenei po ia whakarererere ai i te papapa o te parei i te patunga witi.
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3
|Rute 3:3|
Na horoia koe, ka whakawahi i a koe, ka kakahu ai i ou kakahu, ka haere ki raro, ki te patunga witi; kaua ia koe e whakaaturia ki taua tangata, a mutu noa tana kai, tana inu.
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4
|Rute 3:4|
A ka takoto ia, na me titiro koe ki te wahi e takoto ai ia; a ka haere atu, ka hura i nga kakahu o ona waewae, ka takoto; ko reira ia whakaatu ai ki a koe i tau e mea ai.
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5
|Rute 3:5|
Na ka mea tera ki a ia, Maku e mea nga mea katoa i korerotia mai na e koe ki ahau.
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6
|Rute 3:6|
¶ Na ko tona haerenga ki raro, ki te patunga witi, meatia ana e ia nga mea katoa i whakahaua e tona hungawai ki a ia.
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7
|Rute 3:7|
Na ka kai a Poaha, ka inu, a hari ana tona ngakau, a ka haere, ka takoto ki te pito o te puranga: na ko te ata haerenga o tera, hurahia ana nga kakahu o ona waewae, na kua takoto.
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8
|Rute 3:8|
A, i waenganui po ka oho te mauri o taua tangata, ka tahuri ia: na, he wahine e takoto ana i ona waewae.
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9
|Rute 3:9|
Na ka mea ia, Ko wai koe? a ka mea ake tera, Ko Rutu ahau, ko tau pononga wahine: na uhia iho te pito o tou ki tau pononga; he whanaunga tupu hoki koe.
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10
|Rute 3:10|
Na ka mea ia, Kia manaakitia koe e Ihowa, e taku tamahine; nui atu hoki i to te timatanga tou aroha o te whakamutunga, i a koe kihai nei i aru i nga taitama, i te mea rawakore, i te mea whai taonga ranei.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva