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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|2 Crônicas 27:1|
Jotham was twenty-five years old when he became king, and he reigned in Jerusalem for sixteen years. His mother’s name was Jerusha daughter of Zadok.
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2
|2 Crônicas 27:2|
He did what was right in the eyes of the LORD, just as his father Uzziah had done, but unlike him he did not enter the temple of the LORD. The people, however, continued their corrupt practices.
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3
|2 Crônicas 27:3|
Jotham rebuilt the Upper Gate of the temple of the LORD and did extensive work on the wall at the hill of Ophel.
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4
|2 Crônicas 27:4|
He built towns in the Judean hills and forts and towers in the wooded areas.
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5
|2 Crônicas 27:5|
Jotham made war on the king of the Ammonites and conquered them. That year the Ammonites paid him a hundred talents [That is, about 3 1/3 tons (about 3.4 metric tons)] of silver, ten thousand cors [That is, probably about 60,500 bushels (about 2,200 kilolitres)] of wheat and ten thousand cors of barley. The Ammonites brought him the same amount also in the second and third years.
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6
|2 Crônicas 27:6|
Jotham grew powerful because he walked steadfastly before the LORD his God.
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7
|2 Crônicas 27:7|
The other events in Jotham’s reign, including all his wars and the other things he did, are written in the book of the kings of Israel and Judah.
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8
|2 Crônicas 27:8|
He was twenty-five years old when he became king, and he reigned in Jerusalem for sixteen years.
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9
|2 Crônicas 27:9|
Jotham rested with his fathers and was buried in the City of David. And Ahaz his son succeeded him as king.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva