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New International Version -
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10
|Cantares 5:10|
My lover is radiant and ruddy, outstanding among ten thousand.
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11
|Cantares 5:11|
His head is purest gold; his hair is wavy and black as a raven.
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12
|Cantares 5:12|
His eyes are like doves by the water streams, washed in milk, mounted like jewels.
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13
|Cantares 5:13|
His cheeks are like beds of spice yielding perfume. His lips are like lilies dripping with myrrh.
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14
|Cantares 5:14|
His arms are rods of gold set with chrysolite. His body is like polished ivory decorated with sapphires. [Or lapis lazuli]
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15
|Cantares 5:15|
His legs are pillars of marble set on bases of pure gold. His appearance is like Lebanon, choice as its cedars.
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16
|Cantares 5:16|
His mouth is sweetness itself; he is altogether lovely. This is my lover, this my friend, O daughters of Jerusalem.
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1
|Cantares 6:1|
Where has your lover gone, most beautiful of women? Which way did your lover turn, that we may look for him with you?
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2
|Cantares 6:2|
My lover has gone down to his garden, to the beds of spices, to browse in the gardens and to gather lilies.
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3
|Cantares 6:3|
I am my lover’s and my lover is mine; he browses among the lilies.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva